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Imprensa/ Trabalhadores do "Nô Pintcha" lamentam "estado de abandono" do Jornal

2016-03-30

(ANG) – O ministro da Presidencia do Conselho de Ministros e dos Assuntos Parlamentares, Malal Sane apelou terça-feira aos jornalistas do jornal No Pintcha para serem firmes e coesos na observância dos princípios de isenção, imparcialidade e da verdade no exercício da profissão.



Malal Sane falava na cerimónia comemorativa dos 41 anos de existencia daquele órgao estatal criado a 27 de Março de 1975.

Malal Sané destacou que durante os 41 anos de sua existência, o Jornal “Nô Pintcha” acompanhou o desenvolvimento histórico da edificação do Estado da Guiné-Bissau.

Sane substituiu na cerimónia o mministro da Comunicaçao Social e prometeu transmitir a este algumas preocupaçoes dos trabalhadores do No Pintcha apresentados na cerimónia, e ao Primeiro-ministro, as dificuldades de transporte com que esse órgao de comunicaçao social se depara.

Os funcionários do Jornal Nô Pintcha lamentaram o que consideram “estado de abondono ao que este orgão de comunicação social estatal foi votado pelos sucessivos governos do país ao longo dos 41 anos da sua existência”.

Numa mensagem lida pelo jornalista Nelinho Intanha, os trabalhadores criticaram ao governo pela “forma parcial” como trata os órgãos públicos, acrescetando que privilegia sempre a Televisão e a Rádio Difusão Nacional em detrimento do Jornal Nô Pintcha e da Agência de Notícias da Guiné(ANG).

Afirmam que o órgão se debate, entre outros, com problemas de falta de equipamentos, materia-prima, e de efetivação dos funcionários.

O Director-geral do Jornal Nô Pintcha, Bacar Baldé referiu que o “Nô Pintcha” foi fundado no período do Partido-Estado com a finalidade de veicular a sua ideologia e promover o desenvolvimento cultural do país.

Lamentou a fragilidade na publicação que antes era trissemanário, mas que agora passou para semanário.

“Tudo isso mostra que há vontade mas o jornal se depara com muitas limitações”, lamentou Baldé.

ANG/JD/ÂC/JAM/SG


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