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Economia mundial/ FMI e BM pedem acção contra a crise

2016-04-18

(ANG) - Os ministros da Economia de todo o mundo pediram sábado em Washington um sério compromisso para impulsionar o desenvolvimento, durante a Reunião de Primavera do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial (BM).



Economia mundial FMI e BM pedem acção contra a crise Bissau, 18 Abr 16 (ANG) - Os ministros da Economia de todo o mundo pediram sábado em Washington um sério compromisso para impulsionar o desenvolvimento, durante a Reunião de Primavera do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial (BM). Os líderes das finanças mundiais insistiram com a mensagem de que cada país deve assumir as suas responsabilidades para o crescimento e procuraram manter um olhar “positivo” sobre as perspectivas. No entanto, com o aumento do número de países em desenvolvimento que procuram o apoio das duas instituições para gerirem a queda dos preços das matérias-primas, não houve uma resposta clara aos pedidos para se definir um plano internacional para enfrentar a crise económica. “O Fundo Monetário Internacional está alerta, mas não alarmado”, disse Agustín Carstens, director do Comité Financeiro do FMI, durante u ma das dezenas de reuniões em Washington. Os países integrantes do fundo concordaram sobre a necessidade de se adoptarem rapidamente acções “de apoio mútuo” que promovam o crescimento global, acrescentou Carstens. O FMI começou a semana a anunciar uma revisão em baixa nas expectativas globais de crescimento para este ano, nos 3,2 por cento. A entidade financeira considerou que os fluxos de refugiados, a volatilidade nos mercados financeiros, o aumento da falência de empresas e a eventual saída da Grã-Bretanha da União Europeia constituem as mais sérias ameaças à economia global. Após dezenas de reuniões com países-membros, a directora-gerente do FMI, Christine Lagarde, parecia mais optimista no fim dos trabalhos. Para Lagarde, a semana foi “um pouco uma terapia de grupo, para a saída da situação negativa enfrentada e pelos desafios no horizonte, para uma abordagem positiva para se identificarem soluções. “Não se pode fazer qualquer progresso a menos que se tenha uma atitude positiva”,disse. O compromisso de cada país com a estratégia de “tripé” do FMI para promover o crescimento continua a ser vago e constitui outro sinal de preocupação. O Fundo formulou um pedido aos países para que implementem o “tripé” que inclui a política monetária, a despesa fiscal e as reformas estruturais como forma de estimularem a actividade económica. Mas como vários bancos centrais já reduziram os juros, não faltam críticos a apontar que um eventual impacto adicional das políticas monetárias será limitado. Ao mesmo tempo, muitos países não têm os recursos financeiros disponíveis para aumentarem os seus gastos e impulsionarem o crescimento. Os Estados Unidos, que exibem o mais vigoroso crescimento entre os países desenvolvidos e que sofrem agora pressões para investirem em infra-estrutura, disseram ter feito a sua parte. “Os Estados Unidos não podem e não devem ser o único motor do crescimento, nem o importador, nem o primeiro e último recurso para a economia global”, disse o secretário americano do Tesouro, Jacob Lew. “Todas as economias devem aplicar todas as ferramentas de política econômica”, indicou. A Alemanha, outro dos países sob pressão para que disponha os seus recursos para promover o crescimento, avisou que a resposta à procura é que outros reformem as suas economias. “Repetidas revisões do crescimento global nos últimos anos mostram que há factores estruturais que têm influência”, expressou o ministro alemão da Economia, Wolfgang Schauble, em comunicado. “A política monetária não substitui uma política fiscal sustentável nem reformas estruturais”, afirmou Schauble. “As limitações e os efeitos negativos das políticas macroeconómicas expansionistas tornam-se mais visíveis à medida que são aplicadas por mais tempo”. Isso não ajuda a confortar os países em situação de fragilidade. Como afirmou Carstens, as economias emergentes estão expostas a condições financeiras ajustadas, pressão sobre as suas moedas e sem muito espaço fiscal ou monetário para se moverem. O FMI anunciou programas de assistência financeira a vários países a países como Angola e Suriname. Economia mundial FMI e BM pedem acção contra a crise Bissau, 18 Abr 16 (ANG) - Os ministros da Economia de todo o mundo pediram sábado em Washington um sério compromisso para impulsionar o desenvolvimento, durante a Reunião de Primavera do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial (BM). Os líderes das finanças mundiais insistiram com a mensagem de que cada país deve assumir as suas responsabilidades para o crescimento e procuraram manter um olhar “positivo” sobre as perspectivas. No entanto, com o aumento do número de países em desenvolvimento que procuram o apoio das duas instituições para gerirem a queda dos preços das matérias-primas, não houve uma resposta clara aos pedidos para se definir um plano internacional para enfrentar a crise económica. “O Fundo Monetário Internacional está alerta, mas não alarmado”, disse Agustín Carstens, director do Comité Financeiro do FMI, durante u ma das dezenas de reuniões em Washington. Os países integrantes do fundo concordaram sobre a necessidade de se adoptarem rapidamente acções “de apoio mútuo” que promovam o crescimento global, acrescentou Carstens. O FMI começou a semana a anunciar uma revisão em baixa nas expectativas globais de crescimento para este ano, nos 3,2 por cento. A entidade financeira considerou que os fluxos de refugiados, a volatilidade nos mercados financeiros, o aumento da falência de empresas e a eventual saída da Grã-Bretanha da União Europeia constituem as mais sérias ameaças à economia global. Após dezenas de reuniões com países-membros, a directora-gerente do FMI, Christine Lagarde, parecia mais optimista no fim dos trabalhos. Para Lagarde, a semana foi “um pouco uma terapia de grupo, para a saída da situação negativa enfrentada e pelos desafios no horizonte, para uma abordagem positiva para se identificarem soluções. “Não se pode fazer qualquer progresso a menos que se tenha uma atitude positiva”,disse. O compromisso de cada país com a estratégia de “tripé” do FMI para promover o crescimento continua a ser vago e constitui outro sinal de preocupação. O Fundo formulou um pedido aos países para que implementem o “tripé” que inclui a política monetária, a despesa fiscal e as reformas estruturais como forma de estimularem a actividade económica. Mas como vários bancos centrais já reduziram os juros, não faltam críticos a apontar que um eventual impacto adicional das políticas monetárias será limitado. Ao mesmo tempo, muitos países não têm os recursos financeiros disponíveis para aumentarem os seus gastos e impulsionarem o crescimento. Os Estados Unidos, que exibem o mais vigoroso crescimento entre os países desenvolvidos e que sofrem agora pressões para investirem em infra-estrutura, disseram ter feito a sua parte. “Os Estados Unidos não podem e não devem ser o único motor do crescimento, nem o importador, nem o primeiro e último recurso para a economia global”, disse o secretário americano do Tesouro, Jacob Lew. “Todas as economias devem aplicar todas as ferramentas de política econômica”, indicou. A Alemanha, outro dos países sob pressão para que disponha os seus recursos para promover o crescimento, avisou que a resposta à procura é que outros reformem as suas economias. “Repetidas revisões do crescimento global nos últimos anos mostram que há factores estruturais que têm influência”, expressou o ministro alemão da Economia, Wolfgang Schauble, em comunicado. “A política monetária não substitui uma política fiscal sustentável nem reformas estruturais”, afirmou Schauble. “As limitações e os efeitos negativos das políticas macroeconómicas expansionistas tornam-se mais visíveis à medida que são aplicadas por mais tempo”. Isso não ajuda a confortar os países em situação de fragilidade. Como afirmou Carstens, as economias emergentes estão expostas a condições financeiras ajustadas, pressão sobre as suas moedas e sem muito espaço fiscal ou monetário para se moverem. Os líderes das finanças mundiais insistiram com a mensagem de que cada país deve assumir as suas responsabilidades para o crescimento e procuraram manter um olhar “positivo” sobre as perspectivas.

No entanto, com o aumento do número de países em desenvolvimento que procuram o apoio das duas instituições para gerirem a queda dos preços das matérias-primas, não houve uma resposta clara aos pedidos para se definir um plano internacional para enfrentar a crise económica.

“O Fundo Monetário Internacional está alerta, mas não alarmado”, disse Agustín Carstens, director do Comité Financeiro do FMI, durante u ma das dezenas de reuniões em Washington.

Os países integrantes do fundo concordaram sobre a necessidade de se adoptarem rapidamente acções “de apoio mútuo” que promovam o crescimento global, acrescentou Carstens.

O FMI começou a semana a anunciar uma revisão em baixa nas expectativas globais de crescimento para este ano, nos 3,2 por cento.

A entidade financeira considerou que os fluxos de refugiados, a volatilidade nos mercados financeiros, o aumento da falência de empresas e a eventual saída da Grã-Bretanha da União Europeia constituem as mais sérias ameaças à economia global.

Após dezenas de reuniões com países-membros, a directora-gerente do FMI, Christine Lagarde, parecia mais optimista no fim dos trabalhos.

Para Lagarde, a semana foi “um pouco uma terapia de grupo, para a saída da situação negativa enfrentada e pelos desafios no horizonte, para uma abordagem positiva para se identificarem soluções.

“Não se pode fazer qualquer progresso a menos que se tenha uma atitude positiva”,disse.

O compromisso de cada país com a estratégia de “tripé” do FMI para promover o crescimento continua a ser vago e constitui outro sinal de preocupação.

O Fundo formulou um pedido aos países para que implementem o “tripé” que inclui a política monetária, a despesa fiscal e as reformas estruturais como forma de estimularem a actividade económica.

Mas como vários bancos centrais já reduziram os juros, não faltam críticos a apontar que um eventual impacto adicional das políticas monetárias será limitado.

Ao mesmo tempo, muitos países não têm os recursos financeiros disponíveis para aumentarem os seus gastos e impulsionarem o crescimento.

Os Estados Unidos, que exibem o mais vigoroso crescimento entre os países desenvolvidos e que sofrem agora pressões para investirem em infra-estrutura, disseram ter feito a sua parte.

“Os Estados Unidos não podem e não devem ser o único motor do crescimento, nem o importador, nem o primeiro e último recurso para a economia global”, disse o secretário americano do Tesouro, Jacob Lew.

“Todas as economias devem aplicar todas as ferramentas de política econômica”, indicou.

A Alemanha, outro dos países sob pressão para que disponha os seus recursos para promover o crescimento, avisou que a resposta à procura é que outros reformem as suas economias.

“Repetidas revisões do crescimento global nos últimos anos mostram que há factores estruturais que têm influência”, expressou o ministro alemão da Economia, Wolfgang Schauble, em comunicado.

“A política monetária não substitui uma política fiscal sustentável nem reformas estruturais”, afirmou Schauble.

“As limitações e os efeitos negativos das políticas macroeconómicas expansionistas tornam-se mais visíveis à medida que são aplicadas por mais tempo”.

Isso não ajuda a confortar os países em situação de fragilidade. Como afirmou Carstens, as economias emergentes estão expostas a condições financeiras ajustadas, pressão sobre as suas moedas e sem muito espaço fiscal ou monetário para se moverem.

O FMI anunciou programas de assistência financeira a vários países a países como Angola e Suriname.

O presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim, disse que o seu organismo verificou um crescimento nos pedidos de ajuda em níveis só vistos em tempos de crise financeira.

O presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim, disse que o seu organismo verificou um crescimento nos pedidos de ajuda em níveis só vistos em tempos de crise financeira.

O presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim, disse que o seu organismo verificou um crescimento nos pedidos de ajuda em níveis só vistos em tempos de crise financeira.ANG/JA


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