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Crise política/ Presidente da República conta com outras opções governativas

2016-04-19

(ANG) - O Presidente da República disse hoje que poderá ser forçado, a considerar, dentro do quadro parlamentar, outras opções governativas que assegurem estabilidade até ao fim da legislatura, caso não haja disponibilidade política séria e urgente por parte do partido formalmente maioritário.



José Mário Vaz que dirigia no parlamento uma Mensagem a Nação, durante a sessão extraordinária que convocou para o efeito, reiterou, mais uma vez ,que não tenciona dissolver o parlamento e consequentemente convocar eleições legislativas antecipadas.

"Desta vez, a resolução em concreto dos aspectos políticos desta crise terá de ser encontrada dentro do actual quadro e dinâmica político-parlamentar. Entendo que, pela primeira vez, não iremos necessitar de fazer recurso às armas para a resolução dos problemas que criamos", aconselhou o chefe de Estado.

O chefe de estado disse que, ao ponto à que a crise chegou, restam apenas duas opções possíveis: primeiro, a de criar condições e permitir que os órgãos legítimos, em particular, a Assembleia nacional Popular, funcionem regularmente e no eu seio estabelecer compromissos e procurar soluções mais adequadas à saída da crise.

Segundo, promover e facilitar s criação de desordem parlamentar e, acto contínuo, tentar alastrar o caos às demais instituições do Estado para que possa haver “eleições gerais antecipadas”.

José Mário Vaz disse que, enquanto garante do regular funcionamento das instituições vai assumir na plenitude as suas responsabilidades constitucionais e tirar todas as consequências politicas de qualquer uma das opções feita.

Num discurso muitas vezes aplaudido pelo grupo dos 15 deputados expulsos do PAIGC e da Bancada do Partido da Renovação Social, José Mário Vaz sublinhou que o efeito dessa crise têm vindo a perturbar o normal funcionamento do aparelho de Estado e ameaça pôr em causa algumas das conquistas democráticas tais como a liberdade de pensamento. de expressão e de voto.

"Existe um verdadeiro mal estar no país e um desânimo quase nacional. Com muitos problemas a mistura, por exemplo greve na educação, na saúde, paralisação na administração pública, desemprego dos jovens entre outros", lamentou.

Disse contudo que os deputados da nação reunidos em sessão plenária saberão dar os passos necessários em busca de uma solução mais consentânea à vontade real ou presumível do povo e aquilo que são os superiores interesses da nação.ANG/ÂC/SG


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