Mapa do sítio  |  Contactos  
    
Início          Sobre a ANG          Internacional          Desporto          Cultura          Galeria Quarta, 23 de Agosto de 2017
Todas as categorias
Cultura
Política
Economia
Saúde
Justiça
Agricultura
Ambiente
Infra-estruturas
Comunicações
Turismo
Cultura
Desporto
Regiões
Lusofonia
Cedeao
Internacional
Arquivo
Cooperação
Ensino
Religião
Anuncios
Tecnologia
Sociedade
Transportes


Literatura/ Novo livro em inglês sobre Guiné-Bissau lançado em Londres

2016-04-26

(ANG) - A diáspora guineense vai ser importante em termos de desenvolvimento da Guiné-Bissau, refere um dos autores de um novo livro em inglês sobre o país apresentado segunda-feira em Londres.



"Se vai haver desenvolvimento do país, vai ter de relacionar-se com a diáspora, como fazem países como a China", afirmou José Lingna Nafafé, professor na universidade de Bristol.

O académico recordou que o papel de Amílcar Cabral e dos "estudantes do Império" no movimento da independência do país e, mais tarde, de guineenses que estudaram na União Soviética e regressaram.

"O que está a acontecer atualmente é que os intelectuais que deixaram o país não estão a voltar", vincou, referindo o uso da Internet para espaço de debate e crítica das autoridades e da situação da Guiné-Bissau.

O especialista em estudos lusófonos falava na apresentação do livro "Guinea-Bissau. Micro-state to 'Narco-state'" (Guiné-Bissau. De Micro-Estado a 'Narco-Estado"), editado por Toby Green e Patrick Chabal, este último falecido em 2014.

O evento decorreu na universidade King's College London, promovido pelo Centro de Língua e Cultura do Instituto Camões naquela instituição.

A obra conta ainda com contribuições de Joshua Forrest, Philip Havik, Marina Padrão Temudo e Manuel Bívar Abrantes, Ramon Sarró e Miguel de Barros, Aliou Ly, Christoph Kohl, Simon Massey e Hassoum Ceesay.

O objetivo do volume, segundo Toby Green, foi traçar a trajetória da Guiné entre a Independência e a atualidade, num registo acessível para todos os interessados no tema, mesmo que não sejam académicos.

"Há uma parte de História que mostra o desenvolvimento do país após a independência politicamente, economicamente e as ligações que há entre o período colonial e pós-colonial. Depois há certos capítulos que são atuais, que tratam de manifestações de crise política, de como a sociedade civil respondeu a isto e como é a situação no país", resumiu, em declarações à agência Lusa.

A referência ao termo "Narco-Estado", frisou, é feita entre aspas porque este foi um rótulo criado por organizações e pela imprensa internacional que ficou associado ao país, e cujas razões são abordadas no livro em diferentes perspetivas.

"Nós não estamos a dizer que a Guiné é um "Narco-Estado", estamos a dizer que há pessoas que disseram que a Guiné é um "Narco-Estado" e o que isso significa. É para fazer pensar", disse à Lusa.ANG/Lusa


Publicidade




©Agência de Notícias da Guiné
Telefone: 0123-456-789
Email: geral@ang.gw