Mapa do sítio  |  Contactos  
    
Início          Sobre a ANG          Internacional          Desporto          Cultura          Galeria Quinta, 13 de Dezembro de 2018
Todas as categorias
Política
Política
Economia
Saúde
Justiça
Agricultura
Ambiente
Infra-estruturas
Comunicações
Turismo
Cultura
Desporto
Regiões
Lusofonia
Cedeao
Internacional
Arquivo
Cooperação
Ensino
Religião
Anuncios
Tecnologia
Sociedade
Transportes


Crise política/ Oposição quer derrubar Governo através de uma moção de censura

2016-05-06

(ANG) - O PRS, principal partido na oposição da Guiné-Bissau, quer derrubar o Governo por via de uma moção de censura no Parlamento, que há três dias não consegue funcionar por divergências entre os deputados, revelou o dirigente do PRS, Daniel Embaló.



O vice-líder da bancada parlamentar do Partido da Renovação Social (PRS), Daniel Embaló, apresentou, em voz alta, uma carta que disse conter os fundamentos de um requerimento do seu partido à mesa da Assembleia Nacional Popular (ANP, Parlamento guineense) na qual se destaca a intenção de censurar o Governo do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC).

Mesmo perante a insistência do presidente em exercício do Parlamento, Inácio Correia, para que parasse com a leitura do alegad o requerimento, Daniel Embaló apresentou o documento até ao fim.

O PRS queria que o requerimento fosse agendado entre os assuntos que iriam ser discutidos na ordem de trabalhos, mas, pelo terceiro dia consecutivo, a sessão foi suspensa sem que a agenda fosse aprovada.

O partido, que detém 41 dos 102 mandatos no Parlamento guineense acusa o executivo, liderado por Carlos Correia, de estar a governar "sem o programa de Governo ou Orçamento Geral do Estado aprovados".

Acusa ainda o Governo de estar "a contrair dívidas em nome do país" sem ter um mandato para o efeito.

Inácio Correia, primeiro vice-presidente do Parlamento, quem dirigiu parte dos trabalhos parlamentares de hoje, disse que simplesmente ignora as declarações do dirigente do PRS por serem "desenquadradas".

De seguida deu por encerrada a sessão e, ato contínuo, mandou evacuar a sala da plenária com recurso aos elementos da Guarda Nacional.

Inácio Correia sustentou a decisão com o facto de, em ocasiões passadas, alguns deputados terem permanecido no local mesmo depois do encerramento formal da sessão, o que disse, contraria a lei.

ANG/Lusa


Publicidade




©Agência de Notícias da Guiné
Telefone: 0123-456-789
Email: geral@ang.gw