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Telecomunicações/ Funcionários da Guinetel e Guiné Telecom protestam inoperacionalidade das duas empresas

2015-07-27

(ANG) - Os funcionários das empresas de telecomunicações Guinetel e Guinetelecom saíram hoje as ruas numa marcha de protesto contra a inoperacionalidade das duas empresas cuja responsabilidade atribuem ao governo.



Em declarações à imprensa depois do encontro com o 1º Vice-Presidente da Assembleia Nacional Popular, o Secretario do Sindicato dos trabalhadores da Guinetel e da Guiné Telecom, disse que só na Guiné- Bissau, é que existe uma empresa estatal de telecomunicações que não funciona. Vladmir Fonseca Alves adiantou que não há telefones fixos, nem faxes nos gabinetes e a comunicação é unicamente feita com os aparelhos celulares, que segundo ele ninguém sabe onde acaba a sua segurança e os terminais de comunicação onde vão parar, questionou. “ É isso que estamos a exigir ao governo e queremos mostrar -lhes que a empresa de telecomunicação é viável em todo o mundo. Nós queremos trabalho como estamos a provar com esta reivindicação, que o governo pague os nossos salários em atraso tanto a divida actual como anterior, porque a governação é continuidade “ defende Vladmir Fonseca Alves. De acordo com o Secretário dos dois sindicatos os manifestantes foram recebidos no hemiciclo guineense pelo primeiro vice-presidente, António Inácio Correia. Fonseca Alves disse ter recebido deste a promessa de interpelação do Secretario de Estado dos Transportes e Telecomunicações para explicar aos deputados o que, de facto, se passa com a empresa. Vladmir Alves disse que não vão desistir e que o próximo passo caso a situação não se resolver, será uma vigília junto à Presidência da República, “porque a rede nacional está a morrer aos poucos com desculpas dos governantes de que os equipamentos dessas empresas são antiquados. “Temos equipamentos de ultimo grito montados em 2011, as pessoas querem nos matar lentamente “,referiu acrescentando que as referidas empresas estão encerradas há dois anos por causa da má gerência da então direcçäo . Houve uma tentativa para o relançamento da empresa , através do Banco Africano de Desenvolvimento mas Vladimir disse que essa iniciativa “simplesmente não funcionou”. Aquele responsável sindical lamentou o licenciamento de 110 trabalhadores por parte da Secretaria de Estado dos Transportes e Telecomunicação desde o passado dia 27 de Abril do ano em curso e disse que essas pessoas foram mandadas para casa sem indemnização nem o pagamento dos 19 meses de salários atrasados. A marcha de protesto dos funcionários e técnicos das empresas Guinetel (rede móvel) e Guiné Telecom(rede fixa) iniciou no edifício da instituição e culminou na sede da ANP. ANG/MSC/SG


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