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Crise política/ APU-PDGB acusa o Presidente da República de criar divisão no PAIGC

2016-05-16

(ANG) – O Presidente da Assembleia do Povo Unido - Partido Democrático da Guiné-Bissau (APU-PDGB) acusou o Presidente da República de criar divisão no seio PAIGC e patrocinar o aparecimento do grupo dos 15 deputados para melhor controlar a actuação do Governo



Em mega comício realizado este fim-de-semana, dia 14 de Maio, em Bissau, Nuno Gomes Na Bian acrescenta que José Mário Vaz quer ainda controlar a Assembleia Nacional Popular para se “enraizar o regime de tirania durante o seu mandato para ficar mais confortado no poder”.

Nuno Na Biam disse que o Presidente Mário Vaz acusou os magistrados de corrupção, esquecendo se da sua proveniência controversa. “Forçando uma maioria parlamentar de 41 mais 15, lançando a gasolina ateando o fogo e depois esconder as mãos para depois derrubar tudo e todos”.

Disse que teria dito à José Mário Vaz que após ter assumido o cargo do Primeiro Magistrado da Nação, que num espaço de um ano, iria derrubar o Governo apoiado pelo seu próprio partido, o que acabou por se confirmar com a demissão dos Governos de Domingos Simões Pereira e Carlos Correia.

Segundo o líder do APU-PDGB, o PAIGC já demonstrou que não pode governar em Democracia, por ser um partido caracterizado de “traição, calunias e invejas”.

Nabian atacou por outro lado que, “Um partido na posição não pode pedir pastas de governação que produzem receitas em dinheiro para se sobreviver. “Esta acção não dignifica uma formação política”, lamentou o líder APU-PDGB.

Por isso, Nuno Na Bian prometeu mobilizar os seus militantes, simpatizantes e o povo em geral para uma manifestacao de rua até que a crise seja contida.

Juliano Fernandes e Baptista Té, dirigentes da APU-PDGB acusam igualmente o Presidente da República de ser o motor da actual crise política porque deixou ser utilizado como uma alavanca para criar instabilidade no país.

ANG/LPG/SG


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