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Parlamento/CEDEAO/ Situação na Guiné-Bissau preocupa sub-região

2016-05-19

(ANG) - O novo Presidente da Comissão da CEDEAO considerou terça-feira de bastante preocupante para a sub-região, a crise politica da Guiné-Bissau que se agravou com a demissão do governo, no passado dia 12 de Maio .



Marcel Alain De Souza falava sobre o estado dos 15 países membros da comunidade aos deputados comunitários reunidos na primeira sessão ordinária da 4ª legislatura do Parlamento da sub-região. Destacou que a Comissão emitiu segunda feira um comunicado apelando aos actores políticos do pais a promoverem o dialogo para alcançar a estabilidade governativa.

O Presidente da Comissão lamenta as fracassadas tentativas de mediação promovidas pelo antigo presidente da Nigéria, Olesegun Obasanjo e pelo pelo Presidente Maki Sall para a solução da crise que persiste e que compromete a execução de engajamentos dos parceiros de desenvolvimento, prometidos no âmbito da mesa-redonda sobre a Guiné-Bissau, realizada em Marco do ano passado, em Bruxelas.

De Souza acrescentou que a manutenção das forcas de ECOMIB(Forcas da CDEAO em missão de estabilização na Guiné-Bissau) até final de Junho próximo é uma outra preocupação devido as dificuldades financeiras que a organização sub-regional atravessa.

Anunciou entretanto que caso essa missão fosse prolongada, a União Europeia já se pré-dispôs a cobrir parte das despesas da missão.

A CEDEAO mantém na Guiné-Bissau um contingente de 680 homens, entre polícias e militares e que neste momento, em caso da sua retirada, serão preciso 32.1 milhões de euros para concretizar a operação de desmobilização.

Souza disse terça feira citando fontes do Fundo Monetário Internacional, que a situação financeira da CEDEAO vai mal desde 2015 e que apresenta previsões alarmantes para o presente ano.

Sede do parlamento da CEDEAO em Abuja, Nigeria Avisou que devido o ambiente económica internacional, esforços devem ser prosseguidos para a transformação estrutural das economias da sub-região e o desenvolvimento das infra-estruturas.

Ainda pediu o empenho de todos os membros da comunidade para se assegurar uma gestão macroeconómica sã, instalação de uma união monetária estável, assim como o reforço de acções de promoção de paz e segurança na sub-região.

O Presidente da Comissão ainda referiu que a taxa de crescimento médio passou de 6,1por cento em 2014 à 3,0por cento em 2015 e 2016, principalmente devido a queda taxa de crescimento da Nigéria.

Quanto a inflação, a média da CEDEAO, segundo De Souza ,situou-se na ordem de 8,0por cento em 2015 e 8,9 por cento em 2016 com um agravamento do défice orçamental médio projectada para 4,5 por cento em 2016 contrariamente ao ano 2012 em que era de 2,9 por cento.

o Presidente da Comissão revelou que a dívida pública continua, na maior parte dos países, acima dos 70 por cento , e que três países, Cabo Verde, Gâmbia e Gana não respeitaram as normas comunitárias em termos de convergência económica, em 2015.

ANG Mamadu Candé, enviado especial da TGB, em serviços especial para a ANG)


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