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Homenagem à Carmen Pereira/ Presidente do Parlamento pede paz para o país, como forma de tributo à falecida

2016-06-08

(ANG) – O Presidente da Assembleia Nacional Popular afirmou, hoje em Bissau, que o melhor tributo que os guineenses podem dar à falecida Combatente de Liberdade de Pátria, Cármen Pereira, é de “trabalhar em prol da paz, estabilidade, confiança mútua e respeito pelas regras democráticas” no país.



Na sua mensagem durante a cerimónia solene, na sede do parlamento, em homenagem a antiga dirigente do Estado guineense, Cipriano Cassamá assegurou que a Presidência de Carmen Pereira no parlamento foi caracterizada pela afirmação do novo Estado da Guiné-Bissau, no plano internacional e a de consenso e compromisso entre os deputados, “visando a satisfação do interesse da Nação”.

“Partiu uma das mais lendárias figuras da nossa luta armada e dos mais impressionantes exemplos de coragem, tenacidade e força que se distinguiu pela lisura de carácter e, acima de tudo, pela firmeza nos seus propósitos e comprometimento com a causa da Guiné- Bissau”, disse Cassamá para acrescentar, “Carmen Pereira foi a primeira mulher africana e a única na história do país a presidir um Parlamento.

Cipriano Cassamá considera ainda Cármen Pereira um “exemplo da emancipação da mulher guineense e africana” que se empenhou na luta para que um dia, os guineenses tivessem direito à liberdade, estabilidade e esperança no “cumprimento do programa maior do PAIGC até ao último momento do seu suspiro".

Na sua curta intervenção no acto, João Aníbal Pereira, um dos filhos da falecida combatente de liberdade da pátria, agradeceu a solidariedade das instituições e pessoas para com a família disse que a Carmen Pereira lhes ensinou, nomeadamente à dialogar com todos, sem distinção de raça, tribo ou classe social.

“A minha mãe sempre assumiu as suas responsabilidades, sempre respeitou os princípios do partidos e, na Assembleia Nacional Popular traduziu estas orientações”, rematou Anibal Pereira.

Depois da sede do Parlamento, o cortejo dos restos mortais de Cármen Pereira segue para o Palácio de Governo, onde se encontram os membros do executivo demitido de Carlos Coreia, a seguir para a sede do PAIGC, antes do enterro hoje aqui em Bissau.

Para além dos deputados, estiveram igualmente presentes na sede da ANP, os dirigentes e militantes do PAIGC, embaixadores, representantes de várias instituições nacionais e internacionais e pessoas anónimas.

Cármen Pereira, destacada Combatente de liberdade de Pátria, esteve muitos anos na companhia do pai da nação guineense, Amílcar Cabral, durante a luta pela independência.

Nasceu no dia 22 de Setembro de 1936, em Bissau e desempenhou várias funções estatais, com destaque para o cargo da Presidente da Assembleia Nacional Popular, parlamento guineense, entre os 77 e 89.

Faleceu sábado por complicações cardíacas e tinha 79 anos de idade.

ANG/QC/SG


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