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Política/ “Programa Terra Ranka é um projecto de todos os guineenses e não propriedade individual”, diz Baciro Djá

2016-08-04

(ANG) - O Primeiro-ministro afirmou que o Plano Estratégico Operacional “Terra Ranka” é um projecto de todos os guineenses e inclusive do povo e não propriedade individual de ninguém.



Baciro Djá que falava quarta-feira nas comemorações do Dia dos Mártires de Pindjiguiti sustentou que o referido projecto contou com a participação da Sociedade Civil, dos partidos políticos e da classe castrense.

O chefe do governo referia-se aos protestos do PAIGC, segundo os quais, o Programa Terra Ranka é uma propriedade do partido razão pela qual não pode ser apresentado por Baciro Dja, como instrumento de governação do actual executivo.

“Terra Ranka não é propriedade de ninguém, por isso ninguém pode reivindica-lo como sendo sua propriedade ou do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC)” declarou, Baciro Djá.

O chefe do governo alegou que o projecto Terra Ranka é um documento como os outros instrumentos de desenvolvimento que já foram elaborados no país, nomeadamente Djitu tem ku tem, DENARP I e II.

O chefe executivo disse que foi entregue à Assembleia Nacional Popular (ANP) um programa de dois anos de governação e não um plano estratégico operacional, cuja formulação final fora feita com base em elementos retirados de diferentes documentos estratégicos produzidos no pais.

Baciro Djá disse que é preciso promover a unidade, paz e estabilidade política para que o país possa ser desenvolvido, tendo prometido ser o maior promotor dos desígnios de desenvolvimento.

Este responsável garantiu que não efectuará quaisquer perseguições contra qualquer individuo ou actor político guineense por causa de uma oposição à sua governação.

“Estamos a tentar criar um espaço de desenvolvimento e entendimento político e é obvio que haja processo de oposição à minha governação, mas na base de responsabilidade, tal como temos feito uma oposição responsável”, declarou. Baciro Djá disse que não se deve bloquear instituições do Estado a favor de estratégias individuais.

“Ontem, era suposto apresentarmos o programa do governo na ANP tal com prevê a Constituição da República da Guiné-Bissau, 60 dias após a formação do governo, mas simplesmente foi nos retirados esse direito por causa de estratégias individuais”, disse.

O chefe do executivo pediu para que lhe seja dada a mesma oportunidade dada aos outros governos no passado para apresentar o seu programa de governação respeitando as regras democráticas do país.

Exortou aos trabalhadores guineenses no sentido de estarem atentos com a actual evolução política sem se descuidarem dos objectivos principais.

ANG/FGS-ÂC/SG


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