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Rio2016/ Estados Unidos dominam medalhas

2016-08-19

(ANG)-, O quadro geral de medalhas dos Jogos do Rio de Janeiro, ao cabo de duas semanas de competição, não regista alterações de monta no topo, ao nível do posicionamento dos países, comparativamente à Londres’2012.



Com um total de 104 medalhas conquistadas na edição passada, os Estados Unidos mantêm o domínio, com 84 condecorações no Rio de Janeiro, mais 30 do que a segunda colocada, a Grã-Bretanha.

As limitações impostas à delegação russa não estão, seguramente, alheias à acentuação do domínio americano na conquista de medalhas. Mesmo assim, os quatro países melhor colocados em Londres continuam no topo, com uma troca de posições entre a China e a Grã-Bretanha.

Depois de ocupar o segundo posto nas celebrações anteriores, com 38 medalhas de ouro, num total de 88, só superada pelos EUA, a China ainda se encontra um degrau abaixo no Rio de Janeiro, ocupando o terceiro posto, atrás do Reino Unido.

A Rússia mantém o mesmo quarto lugar em que terminou os Jogos em terras de sua majestade, com 12 medalhas de ouro ganhas na “cidade maravilhosa”, metade do pecúlio conseguido na edição passada.

Com muitas competições ainda em disputa, Coreia do Sul e Alemanha continuam na luta pelo quinto posto ocupado em Londres pelos asiáticos. Os alemães já conseguiram 11 medalhas douradas e são a quinta nação melhor colocada, enquanto os coreanos ocupam o décimo primeiro lugar na tabela, com apenas 6.

Para encontrar uma nação africana temos de descer ao décimo posto da classificação, onde o Quénia, com 3 medalhas de ouro e outras tantas de prata, vem logo a seguir ao anfitrião Brasil, com o risco de ser ultrapassado pelo Canadá e Croácia, dado o número superior de atletas destas duas nações, daí a maior probabilidade de conseguirem condecorações nas provas que ainda decorrem.

África continua a alternar prestações razoáveis e más, nas últimas edições dos Jogos Olímpicos, denotando pouca ou nenhuma aposta direccionada à procura do pódio olímpico.

Para além do esperado domínio queniano nas provas de meio-fundo e fundo, na generalidade, os resultados desportivos da esmagadora maioria das nações africanas aparecem de forma imprevista.

Curiosamente, a atestar a qualidade desportiva dos praticantes do continente berço, as nações do topo da tabela de medalhas são representadas, em grande parte, por atletas nascidos em África ou seus descendentes.

Até ao final dos Jogos Olímpicos, não se vislumbra em qualquer concorrente capacidade desportiva para suplantar os Estados Unidos no quadro geral de medalhas. Com atletas de alto nível em quase todas as disciplinas, os americanos concorrem ao pódio de quase todas as modalidades colectivas e individuais.

ANG/JA


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