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Crise politica/ Presidente da ANP está convicto no acordo entre PAIGC e PRS

2016-08-23

(ANG) – O Presidente da Assembleia Nacional Popular (ANP),afirmou hoje estar confiante que os dois maiores partidos políticos do país vão chegar a um acordo com ajuda da comunidade internacional para a saída da crise vigente no país.



Cipriano Cassama falava no encontro com os fiéis muçulmanos que vieram de diferentes pontos do país, e pediram ao Presidente da ANP, para usar a sua influência para o funcionamento normal do hemiciclo.

“Os dois grandes partidos, neste caso, o PAIGC e o PRS devem sentar-se para conversar como sugeriram as duas ban cadas parlamentar e com a minha experiência tenho a certeza de que haverá uma solução para o diferendo dentro de dias “disse.

Contudo, o Presidente da ANP, frisou que, enquanto deputado da nação não pode pisar a lei, salientando que na casa dos deputados não há diferença entre raça ou religião porque são todos guineenses que receberam a confiança de um povo para o representar.

Cipriano Cassama disse que os deputados do PRS estão a exigir o que não aceitaram em ocasiões passadas em relação a convocação da sessão extraordinária, indo para as regiões com os 15 parlamentares expulsos do PAIGC a difamar e denigrir a sua imagem e a do primeiro vice-presidente da Assembleia.

“Mas será que a ANP é dirigida só por estas duas pessoas”, questionou Cassamá para depois acrescentar que são cinco membros que constituem a mesa da ANP.

Convidou aos presentes a analisarem quem é que está a por em causa a paz e o funcionamento normal da ANP.

O Presidente da Assembleia Nacional Popular afiançou que nunca irá ser um corruptor nem desestabilizador, e reafirmou que vai cumprir a lei e o regimento da ANP.

Por seu turno, o porta-voz do grupo de fiéis muçulmanos, Amado Uri Bá disse que estão preocupados com o caminho que a situação política no país está a andar, frisando que o destino na Nação Guineense está nas mãos dos seus dirigentes incluindo o Presidente da ANP.

“Por isso estamos aqui em nome do povo e da Comunidade Islâmica da Guiné-Bissau, para pedir que haja um consenso nacional que vai nos permitir chegar a solução que procuramos. Na nossa opinião são só duas coisas: a paz e o desenvolvimento. E isso está nas vossas mãos enquanto responsáveis máximos do país “vincou.

ANG/MSC/SG


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