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Pecuária/ Director-geral desaconselha consumo de carne de animais mortos por doença

2016-08-25

(ANG) – O Director-geral da Pecuária desaconselhou hoje o consumo de carne de animais mortos, vendidos em diferentes pontos do país.



Em entrevista exclusiva à ANG, Bernardo Cassamá afirmou que os locais de abates clandestinos de animais são mais numerados do quedos sítios controlados pela inspeção veterinária.

“Nos últimos tempos tem-se verificado a proliferação de locais inadequados de abates de animais, principalmente na zona de Chapa de Bissau. Penso que a Câmara Municipal de Bissau deve ter conhecimento do facto”, lamentou.

Aquele responsável sublinhou que os referidos locais estão fora de controlo dos técnicos veterinários, porque estes só inspecionam abates feitos no Matadouro Municipal.

“É uma lógica não recomendável mundialmente, pessoas consumir carne de animais mortos por doenças que desconhecem”, avisou o Diretor-geral da Pecuária.

Cassamá indicou que tais práticas mais se verificam nas zonas de Mansoa/Bissorã, no Norte do país onde anualmente acontecem casos de contaminação de pessoas por doença de proveniência animal.

Bernardo Cassamá acrescentou que em meados de Maio findo verificaram-se casos de doenças de Carbúnculo Hemático nas localidades de Mansoa e Bissorã, que atacou cerca de 300 gados bovinos, tendo 16 morrido.

“As 16 vacas mortas foram, propositadamente, consumidas, mas contaminaram 16 pessoas que ficaram doentes tendo uma dessas pessoas falecido em consequência da contaminação”, revelou.

O Director-geral da Pecuária frisou que uma das medidas tomadas pelas autoridades locais foi a proibição do abate clandestino de vacas durante um longo período nos referidos sectores da região de Oio.

"O Carbúnculo Hemático é, de facto, uma doença difícil de erradicar, mas se as nossas populações aceitarem vacinar anualmente os seus animais em pelo menos 50 à 60 por cento, e o governo adquirir os medicamentos vamos minimizar a sua propagação”, disse.

ANG/ÂC/SG


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