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Bolívia/ Condenado assassínio de ministro boliviano

2016-09-30

(ANG) - As Nações Unidas condenaram o assassínio do vice-ministro do Interior da Bolívia, Rodolfo Illanes, espancado até à morte por mineiros que o tinham sequestrado, e instaram as autoridades a unir esforços para punir os culpados.



A ONU expressou a sua posição num comunicado difundido na capital boliviana, La Paz, em que considera “gravíssimo e lamentável” o que sucedeu na quinta-feira.

A organização internacional assinalou que as autoridades policiais e judiciais devem “identificar, processar e sancionar os autores morais e materiais deste grave acto de violação dos direitos à vida e à integridade física”.

O corpo do vice-ministro, assassinado na quinta-feira pelos mineiros que o sequestraram, foi encontrado envolto numa manta na estrada perto do lugar onde estava retido. Rodolfo Illanes morreu na sequência de um derrame cerebral causado por golpes na cabeça, segundo um exame forense.

A ONU também lamentou “os protestos extremamente violentos dos mineiros organizados nas últimas semanas, os quais provocaram a morte de três trabalhadores do sector e centenas de feridos”, entre mineiros, polícias e jornalistas.

Neste sentido, pediu aos mineiros grevistas que reflictam sobre a prática dos bloqueios como medida de pressão sobre as autoridades, porque afectam “indiscriminadamente os direitos da maioria da população” e acarretam perdas económicas avultadas para o país.

A ONU fez ainda um apelo aos mineiros organizados em cooperativas e ao Governo para que iniciem, “de imediato, um diálogo sem condições, sincero e construtivo sem recorrer à violência” para alcançar soluções duradouras.

A polícia deteve mais de uma centena de mineiros que participaram nos bloqueios no planalto onde foi sequestrado e assassinado Rodoflo Illanes.

O protesto dos mineiros bolivianos degenerou em violência esta semana com o bloqueio de estradas que levou a confrontos com as forças da ordem.

A Federação Nacional de Cooperativas Mineiras (Fencomin), outrora um forte aliado de Evo Morales, convocou o protesto por tempo indeterminado depois do fracasso das negociações com o Governo sobre nova legislação.

Os mineiros exigem mais concessões de minas, o direito a trabalhar para empresas privadas e maior representação sindical.

ANG/JA


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