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Reivindicação/ Antigos combatentes portugueses na Guiné-Bissau exigem pagamento das suas pensões

2015-08-07

(ANG) - A Associação dos ex-Militares das Forças Armadas Portuguesas na Guiné-Bissau (AMFAP) exige as autoridades lusas, em colaboração com o governo guineense, o pagamento dos seus direitos, como “prevê o Acordo de Argel” de 1974.



Em entrevista à ANG, O Presidente da AMFAP, António Albino Gomes informou que o referido acordo de paz que reconhece a independência da Guiné-Bissau, assinado na capital de Argélia entre o então regime colonial e o PAIGC, o Partido independentista, previa que Portugal pagasse, nomeadamente, as pensões de sangue, de invalidez e da reforma.

“Ainda este acordo previa que metade dos bens deixados pelo Estado português, como o antigo Estaleiro Navais e a fábrica de cerveja, CICER, fossem revertidos para nós”, acrescenta António Gomes para mostrar o “incumprimento”, por parte das autoridades de Bissau.

Apesar de “lamentar o não cumprimento dessa obrigação por parte do Estado português”, afirmou que os ex-combatentes têm a esperança de verem materializados os seus direitos apesar de muitos dos seus colegas terem já morrido sem os receberem ”.

Este responsável da associação dos antigos militares portugueses exorta ao estado guineense a entrar em conversações com o governo de Lisboa com vista a satisfação dessas exigências .

Aos colegas antigos combatentes, este ex-militar de 68 anos, pede a “coragem e esperança de um dia receberem aquilo a que têm direito”.

Na sede da AMFAP em Bissau está em curso o processo de actualização das inscrições e a organização das diferentes categorias dos antigos combatentes guineenses que estiveram ao serviço do então regime colonizador português.

Criada em 2001, em Bissau, a Associação dos ex-Militares das Forças Armadas Portuguesas na Guiné-Bissau (AMFAP) já inscreveu mais de seis mil antigos combatentes e, segundo o seu Presidente, com estas actualizações, o número pode ainda crescer devido as novas inscrições.

ANG /QC/SG


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