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Clima/ China e EUA ratificam Acordo de Paris

2016-09-05

(ANG) - O Presidente norte-americano, Barack Obama, afirmou domingo em Hangzhou, China, que o acordo sobre o clima alcançado na Cimeira de Paris (COP21) em Dezembro do ano passado pode ser visto pelas gerações futuras como o momento em que finalmente decidimos salvar o planeta.



“Em última análise, (o Acordo) vai marcar um ponto de viragem para o nosso planeta”, afirmou Obama, depois de ter sido anunciada a ratificação conjunta do tratado pelos Estados Unidos e pela China.

Barack Obama chegou domingo a Hangzhou, este da China, para participar hoje e amanhã na Cimeira do G20, naquela que deverá ser a sua última viagem àquele país enquanto Presidente dos EUA.

A Assembleia Nacional Popular, o Parlamento chinês, ratificou no domingo o acordo alcançado na Cimeira do Clima de Paris do ano passado, um importante passo para que o pacto possa entrar em vigor.

Os deputados votaram a favor de adoptar “a proposta de rever e ratificar o Acordo de Paris”, no final da sessão bimestral da Assembleia Nacional Popular, informou a agência oficial Xinhua.

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, que participou no encontro entre os dois Chefes de Estado, manifestou-se optimista com a entrada em vigor do Acordo de Paris até ao final do ano.

“Vocês deram um forte impulso para a entrada em vigor do acordo. Estou optimista de que podemos chegar lá antes do final do ano”, afirmou durante o encontro entre Obama e Xi Jinping. Brian Deese, conselheiro de Obama, garante que a declaração conjunta dos dois países deve levar outros países a ratificarem o pacto alcançado na Cimeira do clima de Paris (COP21) do ano passado.

O Acordo de Paris é o primeiro pacto universal para combater as alterações climáticas e só entra em vigor após ser ratificado por pelo menos 55 países que somem no total 55 por cento das emissões globais.

A ratificação do Acordo por parte do Parlamento chinês era fundamental para conseguir esse objectivo, já que a China e os Estados Unidos são os dois países mais poluentes do mundo, somando cerca de 38 por cento das emissões globais.

Destinado a substituir em 2020 o Protocolo de Quioto, o Acordo de Paris tem como objectivo manter o aumento da temperatura média mundial abaixo de dois graus centígrados em relação aos níveis pré-industriais.

A Hungria e a França foram os dois primeiros países europeus a ratificar o Acordo de Paris.

O Instituto Climate Analytics, um organismo de investigação científica sediado em Berlim, Alemanha, contabilizou 34 outros países que se comprometeram a ratificar o Acordo até final deste ano. Entre eles estão Brasil, Canadá, Indonésia e Japão.

ANG/ZAP


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