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Crise política/ Embaixador dos EUA apela as partes desavindas o respeito ao acordo proposto pela CEDEAO

2016-09-27

(ANG) - O embaixador dos Estados Unidos de América no país disse congratular-se com a assinatura do acordo para a saída da crise patrocinado recentemente pela Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO).



James Peter Zumwalt, em conferência de imprensa de balanço de uma semana de visita ao país, pediu as partes assinantes, para fazerem imperar o bom senso no cumprimento das referidas exigências da CEDEAO, através de diálogo inclusivo e cedências com vista a desbloquear o país.

Em relação a avaliação do estado da cooperação entre a Guiné-Bissau e os EUA, disse que o seu país está interessado em apoiar através do relançamento da agrícola em particular o sector de caju.

“Uma das melhores forças de fazer isso é apoiando a transformação agrícola, por ser uma das áreas do desenvolvimento nacional que pode garantir mais emprego jovem”, contou.

James Peter Zumwalt afirmou que foi aprovado recentemente, nos EUA, uma lei que apoia e encoraja aos países africanos a exportarem os seus produtos agrícolas para os Estados Unidos da América com vista a se desenvolverem economicamente.

Este responsável lamentou o facto de a maior parte da castanha de caju do país ser exportada para a Ásia, onde é transformada e depois exportada para os Estados Unidos da América.

Por isso, James Peter Zumwalt disse que o seu governo defende uma ligação comercial directa entre os dois países e acrescenta que seria “uma mais-valia” para a economia guineense.

O Embaixador dos Estados Unidos da América para a Guiné-Bissau e Senegal com residência na capital senegalesa, anunciou ainda que estão a perspectivar reformas e aumento do pessoal no seu Escritório em Bissau no sentido de reforçar a presença diplomática norte americana no país.

Disse que está-se a fazer grande esforço nesse sentido, de incentivar intercâmbios entre o staff da embaixada dos EUA no Senegal e os do escritório onde funcionam os serviços consulares na Guiné-Bissau.

O chefe da diplomacia norte americana afirmou que três grandes propósitos nortearam a sua visita ao país, nomeadamente, o seminário sobre a relação entre civis e militares, organizado pela embaixada dos EUA e o Instituto Nacional da Defesa e Segurança, participação no encontro da Aliança Africana de Caju e a comemoração de mais um aniversário da independência da Guiné-Bissau. ANG/FGS/ÂC/SG


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