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Crise política/ Sociedade Civil revela promessa de Alpha Condé de pedir ao José Mário Vaz, para nomear um Primeiro-ministro indicado pelo PAIGC

2016-10-21

(ANG) – O Presidente do Movimento Nacional da Sociedade Civil para a Paz, Democracia e Desenvolvimento disse que o mediador da crise política no país, o chefe de Estado da Guiné Conacri, Alpha Condé, prometeu pedir ao Chefe de Estado José Mário Vaz, no sentido de aceitar o nome indicado pelo PAIGC (dentre os três propostos) para liderar o próximo governo.



Durante uma conferência de imprensa, na quarta-feira em Bissau, Jorge Gomes, acrescentou que a escolha duma figura ligada ao PAIGC, no entender de Alpha Condé, pode contribuir para acalmar os ânimos.

Contudo, Gomes afirmou que cabe ao Presidente da República, José Mário Vaz, anunciar a figura que irá assumir as funções do Primeiro-ministro, como segundo as suas palavras, foi recomendado em Conacri.

Ainda nessa conferencia de imprensa as organizações da Sociedade Civil e as confissões religiosas exigiram aos subscritores do acordo político de 14 deste mês em Conacri, o seu “cumprimento integral e a letra”, com vista a formação dum novo governo “inclusivo e de consenso”.

Porque, acrescenta Jorge Gomes: “o mesmo foi lido na presença de todos” e aos signatários foram “dados a possibilidade de apresentarem dúvidas ou questões que julgarem pertinentes”.

“Na altura, ninguém se opôs, pelo que o momento é extemporâneo e nem é oportuno qualquer interpelação ao acordo pelas partes assinantes”, acrescentou.

Quanto a polémica entre os partidos PAIGC e o PRS, em relação a quem deve ser o futuro Primeiro-ministro, este responsável da sociedade civil assegurou que não houve em Conakry, a escolha em concreto, de um dos três nomes propostos para chefiar executivo de “consenso e inclusivo.

De referir que,O Movimento Nacional da Sociedade Civil para a Paz, Democracia e Desenvolvimento havia advertido a classe política guineense para que se entendesse sobre a formação dum governo de unidade nacional, caso contrário, convocará manifestações populares para exigir a estabilização política e governativa da Guiné-Bissau.

ANG/QC /SG


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