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Mudanças climáticas/ Futuro do mundo em discussão num Oasis em pleno deserto de Marrocos (Por José Augusto Mendonca, enviado especial da ANG)

2016-11-08

(ANG) - A bucólica urbe de Marakech, cita a quatro horas de Casablanca, em Marrocos se engalanou totalmente para acolher o 22o Fórum sobre a Convenção das Naçoes Unidas sobre Mudanças Climáticas.



Um oases em pleno deserto tornou-se o centro da ateçao mundial sobre que resultados irão sair deste encontro para ajudar o plandeta a controlar a emissão do gaz carbono na atmosfera, o responsável pela fissura na camada do Ozono.

As ruas, os táxis, mesmo viaturas particulares se enfeitaram com o logotipo criado pela ONU, em referência a este certame de escala planetária.

Para simbolizar o combate à poluição atmosférica que se pretende com a iniciativa, as autoridades marroquinas incentivaram a circulação de caleches puxados por cavalos e que se tornaram muito solicitados pelos presentes nas suas deslocações na cidade.

Marrakech parece se esparramar largamente em meio à paisagem desértica. Ao olhar mais atento do hóspede, percebe-se como esse esparramar é pontuado por grandes propriedades marcadas por cúpulas largas e jardins verdes entre palmeiras, olivais e vilas bérberes ao ao seu redor.

Marrakech encanta não só pela sua personalidade norte-africana, de arquitetura fortemente árabe e sotaque tão francês entre os habitantes, como também pela contemporaneidade luxuosa dos seus hotéis, bares e restaurantes, e que a deram o estatuto de cidade moderna.

A curiosa combinação de um oásis cosmopolita associada à pintura rosa- avermelhada das suas habitações, a ponto de ser conhecida por “cidade vermelha”, Marrakech recebe aos seus visitantes com uma quantidade impressionante de lojas, cafés, restaurantes, galerias de arte, museus e palácios abertos à visitas.

Até no trânsito peculiar, com ausência constante de faixa de pedestres e um sem fim de motocicletas barulhentas que transitam entre carros, carroças, bicicletas e camelos, se sente o charme da cidade.

A única nota destoada no cenário arco-iris que actualmente se vive na cidade tem a ver com os 5.000 elementos de polícias destacados pelas autoridades marroquinas para securizar o COP22, onde cerca de 120 chefes de Estado, incluindo, obviamente, o guineense, José Mário Vaz, e 90 chefes de governo são esperados.

A forte presenca das forças de seguranca (militares, policia de seguranca pública, trânsito e a secreta) serve para previnir eventuais destúrbios e garantir o sossego dos participantes no evento que decorre num complexo de gigantescas tendas brancas instaladas num raio de 300 metros quadrados em pleno centro da cidade.

Estão presentes mais de 20 mil participantes, entre delegacões governamentais,ONG,s ambientalistas, jornalistas e celebridades, tais como o actor nortre-americano protagonista do “Regresso ao Futuro”, Arnold Swarznegger, Sigolene Royal, ex-candidata a presidência francesa e presidente do Fórum similar realizado em 2015 em Franca entre outras.

Estaria aqui durante todo o dia a escrever e nem ao meio concluiria as discrições peculiares que marcam esta cidade árabo/africano em pleno coracão de Marrocos, pois o tempo nestes dias custa muito caro, em Marrakech, por isso não posso desperdiçá-lo. Até ja.

ANG/Fim


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