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COP22 / Pavilhão de África entre os mais visitados no primeiro dia do certame

2016-11-08

(ANG) - O espaço dedicado à África na Convenção da ONU sobre as Alterações Climáticas (COP22), em curso em Marakech, Marrocos recebeu, em 24 horas mais de 12 mil visitas de delegados, observadores e jornalistas presents no certame mundial.



Situado numa grande tenda , o sitio africano, que nos próximos 11 dias irá acolher diversos eventos, apresenta grandes telas retratando cenas do deserto, dos oceanos e da floresta de todo o continente

Nas últimas horas vários países organizaram eventos e mesas redondas para destacar os esforços empreendidos na luta contra as alteracoes climáticas. “Dar às zonas rurais um melhor acesso à energia e trabalhar com a indústria de aviação civil internacional” foram alguns dos temas debatidos na abertura do pavilhão africano.

Igualmente houve um painel de cientistas internacionais que debateu a segurança climática, com enfoque para os agricultores africanos que enfrentam a seca.

Por exemplo, A Tunísia e a Etiópia associaram-se e debateram com representantes alemães, a forma como como os três podem criar soluções, com base no mercado de carbono, para resolver os seus problemas ambientais.

A Tunísia está particularmente interessada em envolver o sector do cimento.

O primeiro dia da COP22, foi dedicado ao tema " África em Acção ", pelo que no seu discurso de abertura, o ministro dos Negocios Estrangeiros do Marrocos e Presidente da COP22, salientou o facto da conferência se realizar "em solo Africano”, o que para ele demonstra o compromisso de todo o continente de contribuir para o esforço global na luta contra as mudanças climáticas.

Salaheddine Mezouar enfatizou a importância de ajudar aos países africanos a fazer face às mudanças climáticas, porque "o sol não ignora uma vila apenas por ser pequena."

O Acordo de Paris incluiu uma provisão para “perdas e danos", um termo que se refere ao que as nações insulares do Pacífico e os países mais pobres em todo o mundo enfrentam como resultado dos desastres naturais.

Jose Augusto Mendonça, enviado especial da ANG à COOP22


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