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Crise política/ Conselho de Segurança da ONU pede não interferência de forças de segurança na situação política

2015-08-17

(ANG) - Os membros do Conselho de Segurança da ONU manifestaram no Sábado a preocupação com os recentes acontecimentos na Guiné-Bissau e salientaram a importância de as forças de segurança não se interferirem na situação política.



Num comunicado, o Conselho de Segurança da ONU pede a todas as partes para permanecerem "calmas" e apelou às forças de segurança, sociedade civil e líderes políticos para "continuarem a agir de forma pacífica em conformidade com a Constituição e o Estado de Direito".

Apelaram aos líderes para dialogarem e chegarem a um consenso para a resolução da crise que sirva os interesses do povo da Guiné-Bissau", refere um comunicado divulgado no final do encontro do Conselho de Segurança.

A situação na Guiné-Bissau foi discutida no Conselho de Segurança, que tentou perceber melhor o que levou o Presidente guineense, José Mario Vaz, a derrubar o Governo, sem apoios visíveis dentro ou fora do país e sob contestação interna de forças políticas e organizações da sociedade civil.

O Conselho de Segurança "salientou a importância da não interferência das forças de segurança na situação política da Guiné-Bissau".

"Os membros do Conselho de Segurança apelaram as partes para resolver a actual disputa política no interesse da paz na Guiné-Bissau", sublinha o comunicado, acrescentando que aquele órgão da ONU vai continuar a acompanhar a situação e a "responder apropriadamente".

O Presidente guineense demitiu quarta-feira passada o executivo liderado por Domingos Simões Pereira, num decreto alegando entre outras a quebra mútua de confiança, dificuldades de relacionamento com o chefe do Governo, e sinais de obstrução à justiça.

Apesar de todas as forças políticas e várias entidades, dentro e fora do país, terem feito apelos públicos dirigidos ao Presidente no sentido do diálogo e estabilidade, José Mário Vaz decidiu derrubar o Governo e deverá agora pedir ao PAIGC que indique um novo nome para primeiro-ministro.

ANG/Lusa


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