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Pequim/ Reiterado o princípio de "Uma só China"

2016-12-14

(ANG) - O Governo chinês advertiu terça-feira o Presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, de que, se não respeitar a política de “Uma só China”, não vai haver estabilidade nas relações entre as duas potências.



O Ministério chinês de Relações Exteriores esclareceu que se for mantido esse princípio, pelo qual Pequim insiste que seja reconhecido como o único governo da China e que Taiwan seja considerada uma província rebelde, “o desenvolvimento estável das relações entre China e EUA estão fora de discussão”.

O Governo chinês, prosseguiu o porta-voz do ministério, “está seriamente preocupado” pelas declarações do Presidente eleito norte-americano, Donald Trump, que numa entrevista divulgada no domingo pela cadeia televisiva “Fox News” pôs em duvida que seja necessário seguir com a política de “Uma só China”, que desde 1972, sete anos antes do restabelecimento total dos seus laços diplomáticos, norteia as relações entre os dois países.

“Quero enfatizar que a questão de Taiwan é realmente um interesse central para a China. A adesão ao princípio de “uma só China” representa os alicerces políticos para o desenvolvimento das relações entre China e Estados Unidos”, referiu o porta-voz Geng Shuang.

Se o princípio “Uma só China” for comprometido ou interrompido, o crescimento estável das relações entre China e EUA, assim como a cooperação nas áreas mais importantes, está fora de discussão”, reiterou o porta-voz chinês.

O Governo chinês, disse Geng Shuang, pede à nova Administração americana “que admita a sensibilidade da questão de Taiwan e adira à política de “Uma só China”, assim como aos princípios estabelecidos pelos três comunicados conjuntos entre China e Estados Unidos”, e que Washington “administre este assunto de maneira adequada e prudente para que não interrompa ou danifique os interesses gerais das relações bilaterais”.

Isto, concluiu o porta-voz, “não afecta apenas os interesses fundamentais das relações entre China e EUA, mas também a paz, a estabilidade e a prosperidade da região Ásia-Pacífico e do resto do mundo”.

O jornal chinês “Global Times” advertiu que se o próximo Presidente norte-americano apoiar abertamente o processo de Independência de Taiwan e aumentar a venda de armas à ilha, Pequim pode responder com “forças hostis aos Estados Unidos”.

Referiu que tudo depende de como Washington gerir os seus interesses em Taiwan. Pequim exige o reconhecimento deste princípio a todos os países com os quais mantém relações diplomáticas. Este princípio impede qualquer Independência formal de Taiwan, separada politicamente do continente desde 1949.

ANG/JA


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