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EUA/ Diplomatas russos expulsos já em Moscovo

2017-01-03

(ANG) - Os 35 diplomatas russos expulsos dos Estados Unidos devido à alegada interferência da Rússia na eleição presidencial norte-americana chegaram domingo a Moscovo num voo que deixou Washington no mesmo dia, informaram as agências de notícias russas.



“O avião descolou, todos estavam a bordo”, disse a Embaixada da Rússia em Washington, citada pela agência estatal RIA Novosti. Os familiares dos diplomatas també m embarcaram no avião, que saiu de Washington com 96 passageiros a bordo.

Os diplomatas russos foram acusados na quinta-feira pelo Presidente cessante dos Estados Unidos, Barack Obama, de terem participado numa alegada campanha de ataques informáticos orquestradas pelo Kremlin para influenciar a eleição presidencial dos Estados Unidos com o objectivo de favorecer o candidato republicano, Donald Trump, que venceu as eleições de 8 de Novembro de 2016.

Obama argumentou que os diplomatas eram na verdade agentes dos serviços secretos. Os Estados Unidos têm acusado o Governo russo de estar por trás de ataques informáticos ao Partido Democrata durante a campanha para as presidenciais norte-americanas de Novembro.

O Presidente norte-americano, que será no dia 20 substituído por Donald Trump, tinha dado 72 horas aos diplomatas russos para abandonarem os Estados Unidos e também decretou o encerramento de duas instalações russas em Maryland e em Nova Iorque. Obama anunciou ainda, na quinta-feira da semana passada, sanções económicas à Rússia por causa da alegada tentativa de ingerência nas eleições de Novembro.

Na sexta-feira, contrariando a expectativa de muitos, o Presidente russo, Vladimir Putin, informou que não adoptaria a mesma postura, de expulsar diplomatas americanos da Rússia, uma vez que as medidas do governo Obama seriam apenas uma provocação com o objectivo de minar as relações entre Washington e Moscovo.

Donald Trump, que no dia 20 deste mês é empossado como Presidente dos Estados Unidos, também reagiu às sanções contra a Rússia anunciadas pelo ainda Presidente Barack Obama.

O próximo residente da Casa Branca comunicou que vai reunir-se esta semana com responsáveis dos serviços de inteligência norte-americanos para com eles debater a conclusão a que chegaram: a de que a Rússia pirateou os emails do Partido Democrata para “provocar ruído” nas eleições presidenciais de 8 de Novembro.

No seu comunicado, Trump disse que está na altura de cuidarmos das nossas vidas e de centrar as atenções em coisas maiores e melhores.

“No entanto”, prosseguiu, “no interesse do nosso país e do seu grande povo, reunir-me-ei com os líderes da comunidade dos serviços de inteligência, na próxima semana, para ser actualizado sobre os factos em torno desta situação”.

ANG/JA


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