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Crise política/ "A crise vigente no país é normal e prevista na Constituição da República", diz líder da UPG

2015-08-19

(ANG) - O líder do partido União Patriótica Guineense(UPG), afirmou que a crise politica que assola ao país com a demissão do Governo de Domingos Simões Pereira “é absolutamente normal e prevista na Constituição da República”.



Fernando Vaz, em declarações à ANG, disse que a Constituição da República prevê crises e que a solução para as mesmas podem ser encontradas dentro dessa Lei Magna.

"Com a declaração pública do chefe de Estado e do Primeiro-ministro demitido, segundo as quais era impossível a coabitação entre os dois, a única solução era de facto a demissão do Governo", referiu o político.

Disse que não se pode compreender que haja um Governo que anda de costas viradas com o Presidente da República tendo em conta os poderes constitucionais do chefe de Estado.

"No fundo, isso seria marcar passos no mesmo sítio. Seria prolongar a crise e não dar a cara por forma a encontrar soluções e viabilizar o país", sustentou.

O Presidente da UPG disse que depois da demissão do Governo, e com base naquilo que está previsto na Constituição da República, o partido mais votado, neste caso o PAIGC, deve indicar outro nome para chefiar o executivo.

"A partir desse pressuposto que a Constituição prevê, o PAIGC só tem que mandar outro nome para que o Presidente da República viabilize, e voltarmos ao curso normal das nossas vidas", explicou.

Fernando Vaz disse não fazer sentido que quando se demita um governo, se abra uma guerra em todo o pais, se tenta criar revolta tira-se as pessoas às ruas e se agrava a crise.

"A demissão do Primeiro-ministro está prevista na Constituição e não entendo essa atitude de Domingos Simões Pereira", frisou.

Perguntado sobre se o Presidente da República recusar o nome de Domingos Simões Pereira que o PAIGC lhe propõe de novo, Fernando Vaz disse, “eles querem é a confusão e mais nada”.

"Aconselhamos ao PAIGC que não existe somente uma pessoa no partido capaz de liderar o Governo e para que envie um outro nome ao Presidente da República", disse a concluir.

ANG/ÂC/SG


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