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Finanças Pública/ Governo e parceiros económicos debatem sobre reformas no sector

2017-01-04

(ANG) – O ministro da Economia e Finanças convidou hoje os parceiros económicos e financeiros do governo nomeadamente a Câmara do Comércio, Indústria, Agricultura e Serviços, Associação Nacional dos Agricultores da Guiné-Bissau, Bancos Comerciais, Despachantes e o Comando da Guarda Nacional para um encontro de troca de impressões sobre as reformas a adotar no sector.



Em declarações à imprensa, João Aladje Mamadú Fadia disse que estão em concertação com os diferentes intervenientes no sector, para lhes informar de algumas medidas imediatas que pretende implementar para dinamizar e garantir, no mínimo, o funcionamento da economia nacional.

O governante destacou que as referidas instituições são as bases fundamentais de contribuição, quer para as receitas de Estado, como para reservas cambias do país, economia familiar guineense e a comercialização da castanha de caju.

“Vamos em conjunto detectar com as referidas organizações as formas de garantir uma boa campanha de comercialização de caju. Estamos a fazer tudo isso porque estamos numa fase em que a economia do país está a enfrentar momentos boas e menos boas “ disse.

O ministro da Economia e Finanças afirmou que a situação do país, em termos de balança de pagamento, é boa, porque as reservas cambiais permitem garantir mais de 12 à 14 meses de importação, acrescentando que a parte da gestão da moeda encontra-se igualmente de boa saúde e a inflação do ano passado está dentro dos parâmetros ou seja abaixo dos 3 por centos da meta fixada pela UEMOA.

No que toca as finanças públicas, o governante disse que a situação é muito preocupante e deve constituir motivo de preocupação para todos os guineenses, indicando, a título de exemplo, as greves nos sectores da educação, saúde, e as condições de funcionamento dos hospitais, do abastecimento da eletricidade e água e as condições péssimas das infraestruturas.

“Por isso é que estamos a fazer esta concertação porque precisamos de mobilizar as receitas a nível interno e não podemos estar a espera que os outros países venham dar-nos de comer, e assegurar-nos a assistência sanitária e educacional”, disse, frisando que, se houver uma boa utilização das receitas cobradas podemos fazer o mínimo ou o essencial.

Mamadu Fadia informou que em 2014 o Governo tinha de divida perante o Banco central dos Estados da África Ocidental apenas 10 mil milhões de francos cfa, mas que agora o estado deve a esse banco cerca de 50 mil milhões de francos cfa.

Fadia questiona o paradeiro do acréscimo de 40 mil milhões de francos cfa.

ANG/MSC/ÃC/SG


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