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Justiça/ Líder da APU-PDGB reafirma acusações de que José Mário Vaz tem intenção de assaltar ANP

2017-01-05

(ANG) – O Presidente do partido Aliança Popular Unida, (APU-PDGB), reafirmou hoje as acusações feitas ao Presidente da República de que tem um plano para assaltar a mesa da Assembleia Nacional Popular, deter Cipriano Cassamá e forçar a votação do programa do Governo e o Orçamento Geral do Estado.



Nuno Gomes Na Bian, em declarações à imprensa à saída de uma audição no Ministério Público sobre as referidas acusações feitas contra o chefe de Estado na passada semana, disse que ninguém no país deve estar em cima da lei.

“Fomos ouvidos e tudo correu bem. O juiz informou-nos da razão da nossa convocação”, explicou, acrescentando que o Presidente da República deve conhecer a Constituição do país porque é a sua Bíblia, e quando isso não acontece é porque ele não está com o povo.

O líder dos apuanos disse que as acusações feitas são puramente políticas e fez representar perante o Ministério Público como um bom cidadão para mostrar ao povo que respeitam e estão debaixo da lei.

Na Bian disse que alguém deve ter dado instruções ao Procurador-Geral da República para lhes convocar e falar sobre as acusações que fez, tendo pedido ao seus militantes a respeitarem os dirigentes eleitos no país.

“Mas quando não estão a desempenhar corretamente as funções à que foram confiadas, serão criticados duramente”, disse, salientando que agora é que a política vai começar de verdade no país.

“O Chefe de Estado levou o país ao abismo total, e tem medo que as pessoas o digam a verdade, mas se ele pensar que é com as ameaças que vai - nos fazer calar está a faltar com a verdade e isso nos mostra, de uma forma clara, que a sua intenção é de ter todos os poderes deste país sob seu controle “ criticou Nabian.

Para Nuno Nabian o próprio Chefe de Estado devia ser a primeira pessoa a ser chamado a responder perante a justiça, por ser, um homem altamente intriguista e que ameaça o seu povo de que tem poder de prender e matar, tendo questionado se isso não é crime.

“ Reafirmo e volto a reafirmar tudo o que diz sobre o plano de assaltar a sede da ANP”, vincou Na Bian, salientando que apresentou tudo que tinha a apresentar ao Ministério Público e segundo ele cabe a Procuradoria Geral fazer o seu trabalho.

A Audição que iniciou as 10 da manhã terminou quase as duas da tarde e foi acompanhado, em massa, pelos militantes e apoiantes de Nuno Gomes Na Bian .

ANG/MSC/SG


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