Mapa do sítio  |  Contactos  
    
Início          Sobre a ANG          Internacional          Desporto          Cultura          Galeria Quinta, 13 de Dezembro de 2018
Todas as categorias
Política
Política
Economia
Saúde
Justiça
Agricultura
Ambiente
Infra-estruturas
Comunicações
Turismo
Cultura
Desporto
Regiões
Lusofonia
Cedeao
Internacional
Arquivo
Cooperação
Ensino
Religião
Anuncios
Tecnologia
Sociedade
Transportes


Novo PM/Reabres/ Aliança Nacional pela Paz e Democracia pretende mover acção judicial para destituir Presidente da República

2015-08-21

(ANG) – A recém-criada Aliança Nacional pela Paz e Democracia que junta diversas organizações da Sociedade Civil da Guiné-Bissau, promete intentar uma acção judicial visando a destituição do Presidente da República, José Mário Vaz.



Numa reacçäo ao Decreto Presidencial que nomeia Baciro Dja novo Primeiro-ministro, a organização liderada pela Liga Guineense dos Direitos Humanos acusa o Presidente da República José Mário Vaz de "estar à mais" na sociedade guineense.

Citado pela Lusa, Luís Vaz Martins, o Porta-voz da referida Aliança acusa o chefe de Estado guineense de uma série de factos que dizem ser contrários à Constituição do país, nomeadamente, um alegado desrespeito pelos símbolos nacionais e um "golpe de Estado institucional".

As organizações agrupadas na Aliança Nacional pela Democracia consideram inconstitucional a decisão de José Mário Vaz em nomear Baciro Djá Primeiro-ministro, pelo que vão atacá-lo no Supremo Tribunal de Justiça (STJ).

Questionado como pensam actuar na Justiça para pedir a destituição do chefe de Estado, Luís Vaz Martins, antigo Presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos, disse que o assunto será tratado por uma equipa de juristas do país.

Prometeu iniciar hoje um processo de desobediência civil no país que passará pela paralisação dos transportes e ainda por um apelo aos funcionários públicos para ficarem em casa.

As organizações da sociedade civil responsabilizam ainda o Presidente guineense pelas "consequências imprevisíveis" da nomeação de um "Governo inconstitucional" e receiam ainda que este acto possa "levar a uma intervenção militar".

Acusam o José Mário Vaz de não ter ouvido os apelos de todos os quadrantes da sociedade guineense e "até do secretário-geral das Nações Unidas" no sentido de não demitir o Governo de Domingos Simões Pereira.

De acordo com o porta-voz da Aliança Nacional pela Paz e Democracia a Plataforma que congrega partidos políticos, sindicatos e associações patronais, apela à adesão das igrejas e líderes tradicionais.

"O país caminha para uma situação muito perigosa que pode conduzir a mais uma intervenção dos militares", afirmou Luís Vaz Martins.

ANG/Lusa


Publicidade




©Agência de Notícias da Guiné
Telefone: 0123-456-789
Email: geral@ang.gw