Mapa do sítio  |  Contactos  
    
Início          Sobre a ANG          Internacional          Desporto          Cultura          Galeria Sábado, 17 de Novembro de 2018
Todas as categorias
Internacional
Política
Economia
Saúde
Justiça
Agricultura
Ambiente
Infra-estruturas
Comunicações
Turismo
Cultura
Desporto
Regiões
Lusofonia
Cedeao
Internacional
Arquivo
Cooperação
Ensino
Religião
Anuncios
Tecnologia
Sociedade
Transportes


Gâmbia/ Yahya Jammeh exilado em Malabo

2017-01-24

(ANG) - Yahya Jammeh deixou finalmente o poder depois de mais de 22 anos de reinado naquele países anglófonos da África Ocidental.



Foi a bordo de um jato fretado pelo Presidente da Guiné-Conacri, Alpha Condé que o presidente gambiano deposto abandonou a capital Banjul.

Após uma curta escala em Conacry, Yahya Jammeh seguiu para Malabo, capital da República da Guiné-Equatorial.

A saída de Jammeh ocorreu na sequência de um acordo estabelecido com a CEDEAO, e negociado pelo presidente da Guiné-Conacry, Alpha condé e da Mauritânia, Mohamed Oul Abdel Aziz, ambos mandatados pela Comunidade Econômica dos Países da África Ocidental.

As grandes linhas de acordo estipulam que Yahya Jammeh mantem o estatuto de antigo chefe de estado, usufruindo de regalias incluindo salários inerentes a esse estatuto, e que as Nações Unidas e a CEDEAO garantem segurança à ele e sua família.

Ainda ao âmbito desse acordo ficou estabelecido que os membros do seu regime não serão objeto de qualquer tipo de perseguição. Um trabalho para a reconciliação nacional deverá ser levado a cabo pelos novos governantes.

O acordo, finalmente, determinou a proteção dos bens de Yahya Jammeh na Gâmbia assim como os de sua família e de seus colaboradores.

O seu exilio foi referido no acordo como *temporário*, pois ficou acordado que jammeh pode regressar a Gâmbia quando quiser.

Segundo a RFI, foi esse o ponto determinante para que o ex-presidente gambiano aceitasse abandonar o pais e o poder.

A CEDEAO não cedeu entretanto sobre a possibilidade de Jammeh ser amnistiado. Segundo posições da CEDEAO, as garantias de segurança que lhe foram dadas nas significam que o ex-presidente não pode ser levado à justiça.

« Pode haver queixas contra ele, assegurou o presidente da Comissão da CEDEAO, Marcel Alain de Souza.

*Ninguém pode nem deve garantir-lhe uma amnistia*, referiu a RFI citando uma fonte da mediação entretanto não identificada.

ANG/site deguena.com


Publicidade




©Agência de Notícias da Guiné
Telefone: 0123-456-789
Email: geral@ang.gw