Mapa do sítio  |  Contactos  
    
Início          Sobre a ANG          Internacional          Desporto          Cultura          Galeria Terça, 26 de Setembro de 2017
Todas as categorias
Sociedade
Política
Economia
Saúde
Justiça
Agricultura
Ambiente
Infra-estruturas
Comunicações
Turismo
Cultura
Desporto
Regiões
Lusofonia
Cedeao
Internacional
Arquivo
Cooperação
Ensino
Religião
Anuncios
Tecnologia
Sociedade
Transportes


Aumento da taxa de importação/ Associação de Consumidores demarca-se do acordo entre Governo e Locateres

2017-02-07

(ANG) – O Presidente da Associação de Consumidores de Bens e Serviços (Acobes), disse hoje que o acordo de aumento da tarifa de importação de mercadorias não vincula aos importadores , retalhistas e nem tão pouco aos consumidores guineenses.



Fodé Carambá Sanhá que falava em conferência de imprensa em jeito de reação ao acordo rubricado no passado dia 1 de Fevereiro entre o Governo e Associação dos Transportadores Terrestre, e que fixa em sete milhões de francos CFA cada frete de importação de mercadorias disse que o referido acordo apenas vincula o executivo e os transportadores de mercadorias-Locateres.

“Por isso, os efeitos que podem advir do referido acordo ou seja a subida do preço de desalfandegamento das cargas de quatro milhões e meio para sete milhões de francos CFA deve incidir somente no lucro dos Locateres que por sua vez deve continuar a respeitar a tabela aplicada aos seus parceiros de importação e não deve afectar os retalhistas e aos consumidores”, explicou.

Para Fodé Carambá Sanhá, as ameaças de aumento de custos de gêneros alimentícios e produtos de higiene pessoal e colectiva devia levar em conta aspectos do equilíbrio de rendimento per capita dos consumidores, a dotação de abonos de família aos filhos dos trabalhadores, a cobertura dos vulneráveis com o regime de assistência médica e medicamentosa.

O Governo, de acordo, com o presidente de Acobes, devia levar também em conta o período particular que o país está vivendo, bem como o salário mínimo *desumano* praticado até aqui na Guiné-Bissau.

Para Fodé Sanhá, caso houver tentativa de aumento de bens alimentícios em consequência do acordo assinado entre os transportadores e o Governo, haverá descontentamento generalizado que pode levar a uma manifestação social sem precedente na Guiné-Bissau, porque os trabalhadores já não têm espaço para apertar o cinto.

“O que estamos a assistir neste país é a política de mediocridade para com as questões sociais porque há tantas opções oportunas para fazer aumentar receitas sem necessidade de enveredar por via de sufocar a vida das populações carentes que precisam do mínimo para a sua sobrevivência”, disse.

Carambá indicou, entre essas opções , o alargamento da base tributária, a eliminação dos subsídios de salários de conveniências política, o controlo de agentes fiscais e de receitas de Estado, a implementação da cobrança de impostos profissionais, a adequação dos conselheiros e assessores políticos, despartidarização do aparelho do Estado e o saneamento de administração pública com os funcionários sem tarefas concretas.

ANG/MSC/ÂC/SG


Publicidade




©Agência de Notícias da Guiné
Telefone: 0123-456-789
Email: geral@ang.gw