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Política/ Líder do PAIGC recebido em festa após um mês no exterior

2017-03-06

(ANG) – O presidente do PAIGC,Domingos Simões Pereira regressou domingo ao país, depois de um mês no exterior a encetar contactos com organizações internacionais sobre a crise política vigente na Guiné-Bissau.



O líder do partido libertador foi recebido no Aeroporto Internacional Osvaldo Vieira por centenas de militantes, dirigentes e simpatizantes do partido.

Um forte dispositivo de segurança impediu aos órgãos de comunicação social e dirigentes do PAIGC presentes de acederem ao interior do aeroporto.

A recepção de Simões Pereira transformou-se numa festa de dirigentes, militantes e simpatizantes do PAIGC que inundaram uma faixa da estrada principal (Avenida Combatentes da Liberdade da Pátria), acompanhando o seu presidente do aeroporto à sede do partido.

Na sua comunicação aos dirigentes e militantes do partido, Domingos Simões Pereira, explicou que a missão efetuada no exterior foi positiva, afirmando ter conseguido manter contactos com os parceiros do seu partido e algumas organizações internacionais aos quais deixou informações sobre a situação política do país.

“Não vou entrar em detalhes sobre as cidades ou capitais que visitamos, porque em alguns casos, os Chefes de Estados que nos receberam preferem que não sejam mencionados neste processo, porque conhecem a posição dos nossos vizinhos ou de outros em relação a determinados problemas.”

O líder do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), afirmou que os Chefes de Estados da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) informaram-lhe que não têm dúvida sobre o que está a acontecer no país e que já sabem a razão dos problemas na Guiné-Bissau.

“É um organismo multifloral, é obvio que nem toda gente pensa da mesma forma, mas o grosso daqueles que encontramos mostrou-nos claramente que compreenderam que estamos a passar por momentos difíceis, porque infelizmente nem todas as pessoas nomeadas compreendem a importância da missão que foram confiadas”, assegurou.

Simões Pereira disse ainda que pediu as Nações Unidas para acompanhar, com muita atenção, a situação do país, porque conforme disse “PAIGC enquanto maior partido político na Guiné-Bissau, assumiu compromisso do que nada mais da disputa política será resolvida pela via da força. Acabou a guerra, não pode haver mais a guerra”.

“Queremos pedir as nossas forças armadas para continuarem a comportar de forma cívica, porque este é um problema político e deve ser resolvido pelos políticos, utilizando estruturas democráticas. Dissemos ainda as Nações Unidas que se os militares guineenses continuarem a trabalhar para se transformar num exército republicano, então as sansões impostas contra alguns militares devem ser retiradas e aplicadas aos políticos que estão a complicar o país”, referiu.

ANG/O Democrata


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