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ANP Cipriano Cassamá diz haver compra de manifestantes para protestos

2017-03-09

(ANG) - As pessoas que hoje de manhã se manifestaram em Bissau, para exigir a reabertura do parlamento, foram pagas para participarem no protesto, disse o presidente do órgão, Cipriano Cassamá.



Em conferência de imprensa, Cassamá considerou ter ficado audível pelas declarações de alguns participantes na manifestação, transmitidas pela comunicação social, que receberam “valores irrisórios em dinheiro e géneros alimentícios” para aderirem à marcha.

Um grupo de cidadãos apoiantes do atual governo realizou hoje em Bissau uma manifestação pacífica para exigir a retoma dos trabalhos no Parlamento do país, bloqueado há mais de um ano.

O grupo, autodenominado Movimento o Cidadão – que pugna pela paz, justiça, democracia e cidadania - juntou centenas de pessoas, na sua maioria jovens e membros do governo e alguns deputados, numa marcha que percorreu algumas artérias de Bissau até ao Parlamento.

Com dísticos, onde se podiam ler frases de apoio ao governo de Umaro Sissoco Embaló e ao Presidente José Mário Vaz, o grupo exigiu que o líder do Parlamento, Cipriano Cassamá, reabra o órgão.

Em resposta, o líder do Parlamento aplaudiu a iniciativa do grupo que considera ser “um exercício democrático”, mas acusou José Mário Vaz e o governo de terem sido os organizadores da iniciativa.

Cipriano Cassamá, que disse esperar agora que as forças de segurança tenham o mesmo comportamento em ações futuras semelhantes que possam ser organizadas por outros grupos de cidadãos, repudiou, por outro lado, o uso de viaturas do Estado por membros do governo na iniciativa e condenou o alegado arremesso de objetos contra os vidros laterais do edifício da Assembleia Nacional Popular.

O presidente do Parlamento acrescentou que, apesar da manifestação, não deixará de cumprir com a Constituição e as leis do país sobre a convocação ou não dos trabalhos parlamentares.

ANG/Lusa


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