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Crise política/ Organizações internacionais preocupadas com situação da Guiné-Bissau

2017-03-15

(ANG) – As cinco Organizações Internacionais, parceiras do processo de consolidação da paz na Guiné-Bissau, chamadas de « P5 », afirmam estar « preocupadas com a evolução da situação política no país ».



A preocupação foi manifestada através de uma Declaração Conjunta do grupo enviada hoje à ANG.

« O clima político na Guiné-Bissau é cada vez mais caracterizado por um aumento de tensões políticas e sociais, bem como uma escalada verbal, por meios interpostos, pelos actores políticos, num contexto de acusações e contra-acusações mútuas », lê-se no documento.

Como exemplos, os « P5 » falam em “manifestações de rua de 9 e 11 de Março de 2017 patrocinadas por forças políticas rivais e algumas declarações recentes de políticos proeminentes membros da Assembleia Nacional Popular ou do Governo ».

Neste contexto, acrescenta o documento, é « imperativo parar esta espiral de tensão antes que se transforme em excessos violentos ».

Por isso, a ONU, a UA, a CEDEAO, a CPLP e UE convidam o Presidente da República, na sua qualidade de garante das instituições da República e da Constituição, a usar a sua autoridade moral para garantir o respeito pelas instituições e o Estado de Direito e assegurar a resolução dos diferendos por meio do diálogo, canais legais e espírito de consenso.

«O P5 convida igualmente o Presidente da Assembleia Nacional Popular (ANP-Parlamento), bem como aos líderes de partidos políticos representados na ANP para mostrarem responsabilidade e darem a sua contribuição para evitar agravamento da tensão e para a restauração efectiva do diálogo e de paz no exercício da política na Guiné-Bissau ».

Ainda, o « P5 recorda que o Conselho de Segurança da ONU, o Conselho de Paz e Segurança da União Africana e a Autoridade dos Chefes de Estado e de Governo da CEDEAO consideram os acordos de Conacri como a estrutura preferida para resolver a crise na Guiné-Bissau, liderado pelo mediador da CEDEAO, Alpha Condé, Presidente da República da Guiné-Conacri e da União Africana ».

Por isso, a comunidade internacional promete « continuar a trabalhar para o envio, no menor tempo possível, da missão de monitoramento de alto nível da CEDEAO, tal como previsto pelos acordos de Conacri, em conformidade com as recomendações do Conselho de Segurança da ONU e Conselho de Paz e Segurança da União Africana ».

Finalmente, a CEDEAO, a UA, a ONU, a CPLP e a UE reiteram a sua determinação em continuar a trabalhar ao lado do povo da Guiné-Bissau, principal vítima desta crise, contribuir para a estabilidade política e social, condição sine qua non para a paz, a democracia e o desenvolvimento socioeconómico sustentável ».

ANG/QC/SG


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