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Presidência aberta/ “Combate à corrupção e reposição da verdade foram motivos de divergência com sucessivos governos que derrubei”, disse José Mário Vaz

2017-03-15

(ANG) - O Presidente da República afirmou que o motivo principal da sua divergência com os sucessivos governos que demitiu durante a presente legislatura tem a ver com o combate à corrupção e reposição da verdade sobre assuntos de governação.



José Mário Vaz que falava num comício popular na cidade de Gabu, leste do país, na abertura da sua presidência aberta, salientou que as pessoas estão a lhe contestar porque está a lutar para que o dinheiro de Estado seja canalizado para o tesouro público.

“A partir de 12 de agosto de 2015, iniciei a luta contra a corrupção no aparelho do Estado e também pela afirmação da verdade”, disse José Mário Vaz, sublinhando que é um exercício difícil r.

O Presidente da República explicou que 90 dias depois de dar posse ao primeiro governo que destituiu, liderado por Domingos Simões Pereira, percebeu logo que não podia contar com aquela equipa para mudar o país, tal como pensa.

O Presidente guineense sublinhou que desde que foi eleito nunca recebeu dinheiro de nenhum membro do governo ou alguém ligado ao aparelho do Estado e avisou à população da região de Gabu de que não irá aceitar qualquer oferta que lhe queiram fazer.

Quanto ao futuro, disse que o país vai mudar "doa a quem doer", que a liberdade de manifestação e de imprensa é uma garantia e ainda que os militares se vão manter longe do jogo político.

Afirmou que quando deixar a Presidência, o seu legado será o facto de durante esse período ninguém ter sido morto ou espancado à mando do Presidente da República e ainda o facto de os militares se terem afastado da política.

A população, através das pessoas que usaram da palavra no comício, pediu estradas, escola e saúde para a região de Gabu, um dos maiores polos comerciais da Guiné-Bissau.

ANG/ÂC/SG


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