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França/ Antigos soldados africanos têm nacionalidade francesa

2017-04-19

(ANG) - O Presidente francês, François Hollande, presidiu sábado, no Eliseu, a uma cerimónia de reintegração da nacionalidade francesa a 28 antigos soldados africanos, entre senegaleses, congoleses, centro-africanos e costa-marfinenses, que combateram ao lado da França na Indochina ou na Argélia, antes de perder a sua nacionalidade por altura da independência das colónias africanas em 1960, noticiou terça-feira a agência de notícias France Press.



“Hoje (sábado), coloco um novo princípio: Os que se bateram pela França e que foram a escolha da sua sobrevivência devem se tornar Franceses”, afirmou o Chefe do Estado francês na cerimónia, noticiou a fonte. Referindo-se aos “que não conseguiram entregar os seus pedidos nos prazos estabelecidos”, François Hollande garantiu que “todos os antigos franco-atiradores que residem em França e que fizeram o pedido vão ter uma resposta positiva”.

“Vocês são a história da França”, afirmou o Presidente François Hollande ao dirigir-se aos 28 franco-atiradores, nascidos entre 1927 e 1939, entre os quais 23 senegaleses, dois congoleses, dois centro-africanos e um costa-marfinense. A França, insistiu o chefe de Estado, "tem uma dívida de sangue" para convosco.

Para Aissata Seck, adjunta da prefeitura de Bondy (Seine-Saint-Denis), que esteve na origem desta cerimónia, “trata-se do culminar de um longo combate que levou muitos anos”.

Filha de um antigo combatente senegalês, Aissata Seck lançou uma petição assinada por 60 mil pessoas, entre as quais milhares de celebridades.

O recurso a combatentes africanos variou ao longo das guerras francesas e foi diferenciado conforme os territórios, mas fez parte das estratégias que traduzem o último esforço de manter a hegemonia francesa.

ANG/JA


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