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Presidência Aberta/Oio/ Presidente da República denúncia plano para o assassinar

2017-04-24

(ANG) – O Presidente da República denunciou neste fim-de-semana em Farim, Norte do país, alegada existência duma orquestração para o eliminar fisicamente, tendo advertido aos supostos mentores para não falharem no seu intento.



José Mário Vaz que falava num comício popular no sector de Farim, na região de Oio frisou que na senda deste da suposta armação, os seus autores tentaram induzir os militares para dar golpe de Estado, “só por que eu quero mudar o país e tornar-me no melhor Presidente que o país já teve.

“Afirmaram que iriam despedaçar-me tal como aconteceu com o Roberto Ferreira Cacheu”.

Para o chefe de Estado, o país dificilmente sairá da crise em que se encontra, se não houver união como aconteceu durante a Luta Armada de Libertação Nacional contra a colonização portuguesa, tendo salientado ser fundamental ultrapassar os problemas que afectam a Guiné-Bissau e unir para tirar o país na situação difícil em que se encontra.

De acordo com JOMAV eh muito triste ver um país que durante quarenta e três anos de independência não consegue resolver os seus problemas elementares, apenas porque o Estado foi colocado “no lamaçal.

“Depois da luta em vez de continuamos unidos foi dividida porque começou a diferença entre etnias, nível social entre outros ou seja os chamados analfabetos e civilizados’, deplorou.

O chefe de Estado disse que deve se cuidar do país para garantir a autoridade de Estado tendo pedido a paz e estabilidade que segundo ele já está a ser observado uma vez que as forças de defesa e segurança estão a respeitar a constituição.

Por sua vez em nome da população de Farim, o Regulo local pediu ao governo a construção de uma ponte sobre o rio Farim para minimizar o sofrimento da população , bem como um bloco operatório no hospital regional.

Lassana Baio implorou para a construção das estradas que ligam aquela cidade nortenha aos sectores próximos para assim facilitar o escoamento dos produtos e evacuação dos doentes para Mansoa ou Bissau.

“A falta de uma escola de formação superior em Farim motivou o êxodo de jovens estudantes para Bissau onde muitas vezes acabam por abandonar os estudos, devido a falta de condições para sobreviver e custear os materiais escolares”, indicou o Regulo.

ANG/MSC/JAM


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