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Poderio militar/ “Com a exposição da bomba nuclear mais potente do mundo Rússia, revela sua força militar , diz Director do Jornal “Expresso Bissau”

2015-09-04

(ANG) – O Director do Jornal “Expresso Bissau” considerou hoje que a exposição quinta-feira pela Rússia, da bomba nuclear mais potente do mundo demonstra a sua “forte” capacidade militar ao nível planetário, apesar do desmoronamento do antigo bloco soviético.



Ouvido pela ANG, numa análise do significado da apresentação pública pela primeira vez, por parte da Rússia, da sua bomba atómica de hidrogénio num edifício histórico em Moscovo, João de Barros disse que actualmente, o mundo vive “uma terceira guerra mundial atípica”, citando o exemplo do conflito na Ucrânia, em que a Europa e os Estados Unidos apoiam o governo de Kiev enquanto Moscovo apoia os rebeldes independentistas.

Ontem, segundo a AFP, as autoridades da federação russa apresentaram publicamente a "Bomba do Tzar", considerada “a bomba atómica mais potente do mundo” criada por cientistas soviéticos e convertida em símbolo da Guerra Fria com seus oito metros de extensão e 25 toneladas de peso.

Chamada oficialmente de AN602, esta bomba de hidrogénio, que foi testada com êxito em 1961, faz parte (sem sua carga atómica) de uma exposição sobre a história nuclear russa que pode ser vista no Manège de Moscovo, um prédio histórico da capital.

A bomba, de uma potência de 50 megatoneladas, foi criada por uma equipe de cientistas soviéticos (na era da antiga URSS) dirigida por cientista Andrei Sakharov e, em 30 de outubro de 1961, foi testada com sucesso em Nova Zembla, um arquipélago do Oceano Árctico russo.

O referido ensaio, segundo a Agência Francesa de Informação, fazia parte do projecto de pesquisa nuclear lançado por antigo Presidente da Ex-URSS, Stalin em 1945, pouco depois de terminada a II Guerra Mundial, e que tinha como objectivo equiparar à então União Soviética aos Estados Unidos, que já tinham uma bomba atómica.

Num momento em que a Rússia celebra este ano, os setenta anos da criação da sua indústria nuclear assiste-se as relações tensas entre este país e os Estados ocidentais, sobretudo devido ao conflito da Ucrânia.

ANG/AFP


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