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Crise Política/ União para a Mudança e PCD congratulam-se com Resolução do Conselho de Segurança

2017-05-16

(ANG) - Os líderes de dois partidos representados no parlamento, União para Mudança e Partido da Convergência Democrática, congratularam-se com a resolução do Conselho de Segurança da ONU paa a saída da crise política no país.



Agnelo Regalla, líder da União para Mudança, e Vicente Fernandes, do Partido da Convergência Democrática, mostraram-se satisfeitos com o posicionamento do Conselho de Segurança que convidou o Presidente guineense, José Mário Vaz, a cumprir as disposições do Acordo de Conacri.

O acordo é um instrumento político patrocinado pela Comunidade Económica de Estados da Africa Ocidental (CEDEAO) com o qual a organização quer ajudar a classe política guineense a terminar com o impasse político no país que dura há cerca de dois anos.

"Achamos que o Presidente da República, doutor José Mário Vaz, deve ouvir as vozes da razão", indicou Vicente Fernandes, sublinhando que os partidos e organizações da sociedade civil guineenses, organismos internacionais e agora o Conselho de Segurança das Nações Unidas têm feito apelos nesse sentido.

Agnelo Regalla disse que o apelo do Conselho de Segurança da ONU é um "orgulho", salientando que a margem se está a fechar para o Presidente guineense, mas que ainda tem uma "porta de saída" que é o cumprimento do Acordo de Conacri.

"A seguir são as sanções internacionais", notou o líder da UM, partido que conta com um deputado no Parlamento.

Vicente Fernandes, do PCD, diz que José Mário Vaz está empenhado numa estratégia que visa a sua reeleição para um segundo mandato, em 2019, por isso, afirmou, preferiu aliar-se "à Seita do Mal" deixando de lado "os apelos à razão".

"Mas, já não há saída para o Presidente que é refém de um grupo de pessoas", observou Fernandes.

ANG/Lusa


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