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Costa do Marfim/ Motins continuam apesar da advertência do Estado-Maior

2017-05-16

(ANG) -Artilharia pesada ecoou esta segunda-feira em Bouaké, o epicentro dos motins que assolam a Costa do Marfim desde sexta-feira.



Também foram ouvidos tiros nos campos militares de Akouedo, em Abidjan, apesar de um novo aviso do Estado-Maior. No fim-de-semana, pelo menos seis pessoas ficaram feridas por balas e um soldado desmobilizado morreu devido a ferimentos em Bouaké.

Estes novos motins irromperam poucas horas depois do aviso do Chefe do Estado-maior. Num comunicado emitido domingo, o general Sékou Touré alertou os rebeldes, denunciando os seus “atos contrários à ética militar.”

“Estes atos de extrema gravidade são contrários à proteção da missão atribuída às forças armadas. Consequentemente uma operação militar está em andamento para restaurar a ordem,” disse.

Na tarde de domingo uma delegação do estado-maior reuniu-se com representantes dos amotinados. Os ex-militares Issiaka Ouattara, Cherif Ousmane e Koné Zakaria, respetivamente comandante da Guarda Republicana, líderes do primeiro batalhão de comandos e paraquedistas (1 PCO) e da unidade de comando e apoio (UCS), participaram do encontro. Esta reunião é encarada como uma das últimas tentativas para convencer os rebeldes a voltar aos seus quartéis.

Um grupo de soldados da Costa do Marfim, actuando na condição de rebeldes, atacou três pessoas no Sábado e cortou o acesso à segunda maior cidade do país, Bouake, depois da escalada de uma revolta em que os militares exigem o pagamento de bónus.

A revolta começou em Bouake, na Sexta-feira, antes de se espalhar rapidamente, seguindo um padrão similar de um motim do mesmo grupo, em Janeiro, que paralisou partes da Costa do Marfim e manchou a sua imagem de exemplo de sucesso pós-guerra.

As autoridades, segundo os rebeldes, não cumpriram com as novas promessas, o que criou no seio do grupo um sentimento de frustração e abandono.

ANG/ e-Global Notícias em Português


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