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Manifestação popular/ Sociedade Civil condena violência das forças de ordem pública

2017-05-30

(ANG) – O Presidente do Movimento Nacional da Sociedade Civil para a Paz, Democracia e Desenvolvimento, Jorge Gomes condenou hoje o acto de espancamento dos manifestantes activistas do Movimento dos Cidadãos Conscientes e Inconformados (MCCI), pelas forças de defesa e segurança durante a marcha pacífica de sábado, 27 de maio.



Em entrevista exclusiva à Agencia de Notícias da Guiné, Jorge Gomes disse lamentar o facto de as forças da defesa e segurança usarem violência e gaz lacrimogénio contra os manifestantes.

“Pelas informações que temos, os manifestantes dispersados foram perseguidos até dentro de casas onde foram espancados brutalmente pelas forças de segurança”, afirmou.

Jorge Gomes acusou as autoridades no poder de tentarem amedrontar a população com actos de espancamento a fim de desencorajar futuras manifestações contra o regime.

Este responsável pediu aos marchantes para estarem sempre em conformidade com todas as formalidades legais para evitar situações de possíveis infiltrados que tentam criar confusão durante a manifestação.

“Ouvi do presidente do Movimento dos Cidadãos Conscientes e Inconformados de que haviam infiltrado na manifestação e para evitar tais casos é preciso criar a própria segurança interna para poderem detectar os indivíduos estranhos no seu seio e evitar provocações contra forças policiais”, aconselhou.

O presidente do Movimento da Sociedade Civil disse que a marcha é um direito constitucional que assiste à todos os cidadãos e que não deve ser impedido pelas autoridades.

“Exortamos as autoridades à não proibirem marchas pacíficas, ordeiras e legais caso contrário a imagem do país é que fica manchada contribuindo para o agravamento da actual situação política vigente”, exortou.

A polícia reprimiu sabado uma marcha contra o regime organizado por um grupo de cidadãos denominado, Movimento de Cidadãos Conscientes e Inconformados . Vários manifestantes ficaram feridos.

ANG/FGS/SG


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