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Justiça/ Advogado de Manecas considera de “Injusto” ordem de detenção do seu constituinte

2017-06-13

(ANG) - O advogado da defesa do Manuel dos Santos(Manecas), considera de injusto a ordem de detenção emitido este fim-de-semana pelo Ministério Público contra o seu cliente.



Em declarações à ANG Carlos Pinto Pereira disse que no documento que se encontra na posse dos agentes da Polícia Judiciária, o Ministério Público não justifica as razões da emissão da detenção contra aquele que, na sua opinião disse merecer um pouco de respeito devido as contribuições que deu no processo da luta armada de libertação nacional.

Interrogado se isso tem a ver com ausência do seu cliente na segunda audição solicitada pelo Ministério Público, o advogado da defesa justificou que a falta de comparência de Manuel dos Santos tem a ver com os problemas de saúde conjugado com as orientações médicas.

Para além disso, Carlos Pinto Pereira disse que entregou no Ministério Público um atestado médico com informações sobre o estado de saúde de Manecas dos Santos acompanhado de receita médica.

E na sequência desta acção, conforme o advogado da defesa, o Ministério Público ouviu o médico que acompanha o seu constituinte, e que neste momento se encontra internado numa das clinicas do país.

Segundo o jornal português,”Diario de Noticias” que cita Pinto Pereira, Manecas foi internado na quinta-feira, antes de se saber que havia o mandado, e os policias foram a casa do “Comandante” para o prender na sexta-feira.

“Sentiu-se mal, está a ser acompanhado por um médico há bastante tempo. O atestado médico é de 22 de maio e prova que não havia intenção de enganar ninguém." Mas o Ministério Público duvidou.", disse.

No caso do primeiro interrogatório, explica Carlos Pinto, o que estava em causa era o risco de acusação "de incitamento ao golpe, crime que pode ir até dez anos de cadeia.

"Como tiveram de arquivar o processo porque já não podiam fazer mais nada, abriram um outro em que a acusação é de simulação de crime: que ele teria falado da preparação de um crime e não a provou. Para esse crime, menos gravoso, a pena é de dois anos.", referiu Pinto Pereira em entrevista ao Diario de Notícias.

Manuel dos Santos foi ouvido, em Maio, pelo Ministério Público na sequência de uma entrevista que deu ao jornal português Diário de Notícias em que afirmou que a Guiné-Bissau está na eminência de um “golpe de Estado”, em caso da persistência da crise política.

ANG/LPG/ÂC/SG


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