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Saude infantil/ “Mortalidade Infantil mundial pode atingir cerca de 70 milhões de crianças em 2030”, diz estudos da Unicef

2017-06-29

(ANG) - Os estudos feitos recentemente pelo Fundo das Nações Unidas para Infância (Unicef) revela que a Mortalidade Infantil pode atingir cerca de 70 milhões de crianças em 2030 em todo o mundo, caso a comunidade internacional não acelere os progressos relativamente à situação.



De acordo com uma nota de imprensa do UNICEF estas conclusões foram tiradas com base em dados de 51 países onde se registaram cerca de 80 por cento do total das mortes de recém-nascidos e de crianças menores de cinco anos.

O comunicado sublinha que o referido estudo concluiu que a melhoria da cobertura de intervenções vitais em grupos pobres ajudou a diminuir a mortalidade infantil e que nos referidos países quase três vezes mais rápidos que as intervenções dirigidas à restante população.

A nota refere que o estudo da Unicef usa novos dados e instrumentos de modelização de dados para demonstrar que as intervenções dirigidas às crianças de grupos pobres são 1,8 vezes mais rentáveis no que diz respeito às vidas salvas.

«Investir na saúde das crianças permite assegurar um futuro melhor e ajuda a quebrar ciclos de pobreza uma vez que uma criança saudável tem melhores hipóteses de apreender na escola e de vir a ter maiores rendimentos na vida adulta», refere o comunicado.

De acordo com o comunicado, o estudo de Unicef revela que foram seleccionados seis intervenções chave de saúde como indicadores para avaliar o acesso de intervenções de elevado impacto em matéria de saúde materna neonatal e infantil.

Essas seis intervenções, de acordo com Unicef, são o uso de redes mosquiteiras impregnadas de insecticida, iniciação precoce do aleitamento materno, cuidados pré-natais, vacinação completa, assistência de uma parteira qualificada durante o parto e procura de tratamento para as crianças com diarreia febre ou pneumonia.

O estudo aponta o Afeganistão, Bangladesh e o Malawi como alguns dos países que, entre os anos 1990 à 2015, registaram altas taxas de mortalidade de crianças menores de cinco anos com enfoque nas comunidades mais carenciadas.

«Estas conclusões surgem num momento crucial, dado que os governos continuam a trabalhar para atingir os objectivos de desenvolvimento sustentável que estabelecem como uma das metas acabar com as mortes evitáveis dos recém-nascidos e de crianças menores de cinco anos até 2030», segundo o documento.

O estudo da Unicef conclui que o acesso às intervenções de elevado impacto em matéria saúde e nutrição melhorou mais rapidamente nos últimos anos entre os grupos pobres e que a diminuição absoluta das taxas de mortalidade de menores de cinco anos se associa à melhoria de cobertura das intervenções.

Conclui igualmente que as taxas de natalidade eram mais elevados nos grupos pobres, acrescentando que a redução das taxas de mortalidade de menores de 5 anos traduziu-se em 4, 2 vezes mais vidas salvas por cada milhão.

Salientou que dos 1,1 milhões de vidas salvas nos 51 países cerca de 85 por cento correspondiam aos grupos pobres.

«Embora o investimento per capita necessário para melhorar a cobertura das intervenções nos grupos mais pobres seja maior do que o requerido para chegar ao resto da população, estes investimentos permitem salvar quase dobro das vidas por cada milhão de dólares investidos», concluiu o estudo da Unicef.

ANG/AALS/ÂC/SG


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