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Imigração/ Mais de metades dos imigrantes residentes são provenientes da Guiné-Conacri

2017-07-18

(ANG) - Um estudo conduzido pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Guiné-Bissau concluiu que 54 por cento dos imigrantes da África Ocidental residentes no país são originários da Guiné-Conacri.



A informação foi revelada sábado à Lusa pela coordenadora do trabalho, a investigadora Manuela Mendes.

O trabalho baseou-se nos dados do recenseamento mandado fazer pelo Governo guineense, em 2009, no qual foram analisadas as dinâmicas migratórias entre os cidadãos de países da África Ocidental na Guiné-Bissau.

O estudo concluiu que dos cerca de 40 mil cidadãos estrangeiros legalmente residentes na Guiné-Bissau, até 2009, 35 mil são originários da África Ocidental, nomeadamente da Guiné-Conacri (54 por cento), Senegal (24 por cento), Mauritânia (4,9 por cento), Nigéria (4,5 por cento), Mali (4,1 por cento), Gâmbia (3,1 por cento), e Níger (2,1 por cento).

Segundo o estudo, os cidadãos de Cabo Verde, Burkina-Faso e Togo representam um total de 1,6 por cento, enquanto os da Costa do Marfim, por si só, correspondem à 1,0 por cento.

Todas estas comunidades procuram a Guiné-Bissau ”por ser um país atrativo em termos do comércio”, a principal atividade a que se dedicam, revelou ainda a coordenadora do estudo.

“Procuram a Guiné-Bissau que é para eles um país atrativo para o comércio, os nativos da Guiné não têm a cultura de vender, enquanto nos outros países o comércio é algo de tradição por cento, precisou Manuela Mendes.

A investigadora adiantou ainda que o estudo concluiu que aquelas comunidades imigradas estão ´perfeitamente integradas´ na Guiné-Bissau, embora a análise não se tenha debruçado, concretamente, quanto à existência de conflitos, frisou.

ANG/Lusa


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