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Justiça/ AMAE na iminência de sofrer um despejo

2017-07-31

(ANG) - A Vice-presidente de Associação das Mulheres nas Actividades Económicas (AMAE) revelou hoje que a organização poderá ficar sem a sede principal devido a divida de renda no valor de 26 milhões.



Antónia Adama Djaló em declarações à ANG disse que é a Câmara de Comércio Industria,Agricultura e Serviços quem paga o aluguer do edifício, no entanto não o fez ao ponto da soma atingir este valor.

“A dívida de 26 milhões se relaciona não só à ocupação do edifício pela AMAE, mas também da Associação Nacional dos Agricultores da Guiné (ANAG), do Gabinete de Estudos e Projectos e da Associação Comercial da Guiné-Bissau”, especificou Adama Djaló.

Acrescentou que a AMAE pagava a sua renda desde início da sua criação em 1992 através de ajuda dos seus parceiros e que Câmara de Comércio também foi um dos parceiros que tomou a responsabilidade de pagar a renda, mas que não tem vindo a honrar nos últimos tempos.

“Agora que a Câmara de Comércio não está a altura de prosseguir com o pagamento da renda, pedimos ao governo que nos apoie neste particular, uma vez que trabalhamos para o bem da sociedade”, disse qualificando de vergonhoso eventual acto de despejo da organização.

Sublinhou que o chefe do executivo já está informado sobre a situação e que teria prometido “fazer o que estiver ao seu alcance”.

“O proprietário nos tinha dado três meses para deixar o edifício, mas como até então não temos uma solução continuamos aqui. O prazo já terminou e estamos na eminência de sofrer o despejo”, referiu a vice-presidente.

Entretanto, o secretário permanente da AMAE disse que perspectivam enviar animadores às regiões de Gabú, Cacheu, Quinara e Oio para orientarem as mulheres camponesas locais nas suas actividades agrícola.

Duarte Mansoa disse que a perspectiva de enviar os amimadores para as referidas regiões é o resultado de um acordo assinado com o Fundo das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) que visa a melhoria de produtividade agrícola.

“Esses animadores vão distribuir fundos doados para apoiar as mulheres agricultoras e vão- lhes ensinar a forma de pagar as quotas para que possam ser independentes nos seus trabalhos de dia-a-dia e obterem mais rendimento”, explicou.

ANG/AALS/JAM/SG


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