Mapa do sítio  |  Contactos  
    
Início          Sobre a ANG          Internacional          Desporto          Cultura          Galeria Terça, 25 de Setembro de 2018
Todas as categorias
Internacional
Política
Economia
Saúde
Justiça
Agricultura
Ambiente
Infra-estruturas
Comunicações
Turismo
Cultura
Desporto
Regiões
Lusofonia
Cedeao
Internacional
Arquivo
Cooperação
Ensino
Religião
Anuncios
Tecnologia
Sociedade
Transportes


Rússia/ Putin rejeita reações militares contra Coreia do Norte que podem levar a uma "catástrofe"

2017-09-06

(ANG) - O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse terça-feira (5) ser contra a adoção de um novo pacote de sanções no Conselho de Segurança da ONU contra a Coreia do Norte, julgando essa estratégia, defendida pelos Estados Unidos e seus aliados europeus e asiáticos, uma abordagem inútil e ineficaz. À margem da cúpula do Brics, que terminou hoje em Xiamen, na China, ele condenou as provocações do regime norte-coreano, mas ressaltou que engajar uma histeria militar contra Pyongyang poderia acarretar uma catástrofe planetária e um grande número de vítimas.



O presidente russo defendeu o diálogo entre as partes interessadas, assim como tem feito à China. Os dois países têm direito de veto no Conselho de Segurança da ONU. Os norte-coreanos "não vão renunciar a seu programa nuclear caso não sintam que estão em segurança. Portanto é necessário abrir um diálogo entre as partes interessadas", defendeu Putin. A postura pode provocar um novo confronto entre Moscou e Washington.

As novas sanções defendidas pelos Estados Unidos após o sexto teste nuclear de Pyongyang, realizado no domingo (3), podem atingir o setor de petróleo da Coreia do Norte, o turismo e prejudicar o envio de dinheiro dos trabalhadores norte-coreanos residentes na China e na Rússia às famílias na península. Elas deverão ser votadas no dia 11 de setembro. O presidente Donald Trump não descarta a opção militar em resposta aos testes nucleares de Pyongyang.

Em meio à tensão, a presidente da Suíça, Doris Leuthard, propôs uma mediação de seu país, que tem tradição de neutralidade diplomática. "Está na hora de sentar à mesa de negociações", insistiu a dirigente. A mediação suíça pode ser uma alternativa para quebrar o impasse: no passado, soldados suíços já participaram do patrulhamento da zona desmilitarizada entre as duas Coreias. E o ditador norte-coreano Kim Jong Un estudou em Berna, o que pode facilitar o diálogo.

ANG/RFI


Publicidade




©Agência de Notícias da Guiné
Telefone: 0123-456-789
Email: geral@ang.gw