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Mon na Lama/ “A Guiné-Bissau pode desenvolver com agricultura sem necessidade de explorar seus recursos naturais”, diz José Mário Vaz

2017-09-12

(ANG) – A agricultura pode projectar a Guiné-Bissau na senda do desenvolvimento sem necessidade de exploração do seu petróleo, bauxite, fosfato e outros recursos naturais, garantiu este fim-de-semana o Presidente da República.



José Mário Vaz falava a imprensa no final de um périplo agrícola que o levou as bolanhas do interior do pais, nomeadamente Cumebu e Cubumba, ambos no sector de Catio na região de Tombali, bem como as de Ndjassan e Nhacoba em Quinara.

Antes, a comitiva presidencial esteve na localidade de Dara e Porto de Fulamory, ambos no sector de Pitche, região de Gabu, bem como visitou o campo de produção de bananas, ananás e outras frutas propriedade do agricultor guineense, Joaquim Lobo de Pina.

“Temos todas as condições de viver felizes sem tocarmos nos recursos naturais”, disse o chefe de Estado referindo-se as condições climatéricas de que dispõe o pais e tomando em conta a sua dimensão em termos de quilómetros quadrados.

José Mário Vaz vincou que, por quilo que viu em termos de potencialidades agrícolas durante os dois dias que esteve nas regiões, chegou a conclusão de que o pais pode projectar-se rapidamente na senda do desenvolvimento sem necessariamente tocar nos seus outros recursos.

Para tal, pediu que haja entendimento entre os guineenses como factor mais importante, tendo evocado Amílcar Cabral que dizia que apenas na unidade é que se podia ganhar a luta de libertação nacional. “Portanto, só na unidade também eh que poderemos vencer a luta pelo progresso”.

De acordo com o estadista guineense já eh hora de se por de lado as divergências político/sociais e unir-se para desenvolver o pais, com base na inteligência de cada um e tendo por suporte o projecto “Mon na Lama”.

“Entretanto, quem não quiser seguir a nossa caravana rumo ao progresso que deixe de nos incomodar”, advertiu justificando que, para já, ninguém mais pode fazer o pais regredir, pois “ o desenvolvimento da Guiné-Bissau já arrancou”.

De acordo com o Presidente, com a actual dinâmica do Mon na Lama todos acabarão por aderir-se ao mesmo e, por conseguinte, o projecto vai resgatar o respeito que cabe a Guiné-Bissau no concerto das nações.

Justificou a sua deslocação com a necessidade de constatar in-loco da situação no mundo rural e prometeu fazer uma avaliação real para depois determinar os apoios de que necessitam os camponeses.

Outrossim, o Chefe de Estado apelou aos agricultores a aproveitarem os espaços disponíveis para produzirem mais, pois, a dada altura da sua visita, mostrou-se descontente com o facto de em certas bolanhas com capacidade de até 500 hectares, os agricultores locais terem produzidos apenas 25.

Integraram esta missão presidencial do projecto de relançamento da produção agrícola denominado “Mon na Lama” os ministros da Agricultura e do Interior, respectivamente Nicolau dos Santos e Botche Cande, além da representante residente do Fundo das nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) e técnicos agrícolas.

ANG/JAM


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