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Política/ APU pede demissão do Presidente da República

2017-10-17

(ANG) - O presidente da Assembleia do Povo Unido - Partido Democrático da Guiné-Bissau (APU -PDGB), Nuno Nabian, disse no sábado que vai levar o povo para a rua e pediu ao Presidente José Mário Vaz para se demitir de funções.



«Vamos mandar o povo para a rua, vamos trabalhar com outros partidos, porque este país não nos pertence só a nós, mas ao povo da Guiné-Bissau. Vamos concertar com todos os partidos políticos, sem exceção, para pôr na rua o povo da Guiné-Bissau para reivindicar os seus direitos», afirmou, em conferência de imprensa, Nuno Nabian.

Nabian, que ficou em segundo lugar nas eleições presidenciais de 2014, disse que é a favor ao cumprimento da lei no país, mas que ninguém pode proibir as manifestações.

«Vamos fazer o que a Constituição nos dá direito, sem medo, porque também temos de defender o povo guineense e isto tem de ficar claro para José Mário Vaz. O povo vai sair à rua para lhe dizer que não serviu o povo durante estes anos. Estamos na política para contar a verdade», afirmou.

Nuno Nabian avisou também o Presidente guineense, José Mário Vaz, para se demitir de funções e deixar o lugar para alguém que possa continuar a dirigir o país.

«José Mário Vaz, este é um aviso. Com o dinheiro que acumulaste, pede desculpa ao povo e sai e deixa arranjar alguém que possa continuar a dirigir o país. Esta mensagem é para ele ouvir, esteja onde estiver neste momento», afirmou, salientando que o povo quer paz, sossego e tranquilidade.

O atual Governo da Guiné-Bissau, o quinto desde as legislativas de 2014, não tem o apoio do partido que ganhou as eleições com maioria absoluta e o impasse político tem levado vários países e instituições internacionais a apelarem para que o Presidente guineense consiga um consenso para a aplicação do Acordo de Conacri.

O Acordo de Conacri, patrocinado pela Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), prevê a formação de um governo consensual integrado por todos os partidos representados no parlamento e a nomeação de um primeiro-ministro de consenso e da confiança do chefe de Estado, entre outros pontos.

ANG/Lusa


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