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Saúde pública/ Casos de diabete infantil aumenta na Guiné-Bissau e não há insulina

2017-11-10

(ANG) - A Guiné-Bissau tem vindo a registar “um aumento preocuoante” de casos de crianças com diabetes, diz o médico chefe dos serviços dos cuidados intensivos no hospital nacional Simão Mendes Mboma Sanca.



“A diabete sempre existiu no mundo, mas não é normal atacar as crianças”,notou Mboma Sanca,que chama atençao do Governo para a necessidade de se “criar rapidamente uma resposta nacional”.

Segundo Sanca, a Gunié-Bissau conta com programas de combate ao VIH/SIDA, Tuberculose ou malária,mas não tem nada semelhante para lutar contra a diabetes que disse estar a afectar “cada vez mais” os guineenses.

Mboma Sanca acrescentou que “ a situçao é tão grave” pelo facto de a Guiné-Bissau não possuir os medicamentos necessários para tratar doentes atingidos com a diabetes do tipo 1 , tratados com a insulina.

“Na Guiné-Bissau não temos insulina,porque,,como se sabe, não temos cá fábrica de medicamentos e a insulina é um químico que precisa ser conservado numa determinada temperatura ambiente”,notou o médico.

A maioria dos casos é de diabetes tipo 1. A preocupação de Mboma Sanca aumenta perante o facto de as crianças com diabetes serem quase todas atingidas com a variante 1 daquela doença,ou seja,as que só podem ser tratadas com a insulina.

Para tentar mudar a situação, o médico está em vias de criar uma associaçao,para já,com uma assistência social guineense,que mora e trabalha na Suíça,também ela diabética,com a finalidade de ajudar as crianças em Bissau.

A ideia é criar uma Casa de Acolhimento de crianças com diabetes. A assistência social recolheria dos apoios, máquinas de medir a glicémia,a insulina e outros medicamentos na Suíça e o médico tratava das crianças em Bissau.

ANG/Lusa


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