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PR/ Presidente da Guiné-Bissau orgulhoso com novo aeroporto internacional do Senegal

2017-12-12

(ANG) - O Presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, afirmou sexta-feira estar orgulhoso com o novo aeroporto do Senegal, cuja inauguração assistiu, quinta-feira, em Dacar, tendo regressado esta sexta-feira à Bissau.



Em declarações aos jornalistas no aeroporto Osvaldo Vieira de Bissau, o líder guineense defendeu que o novo aeroporto, Blaise Diagne, não só orgulha os senegaleses mas também a todos os africanos.

Para José Mário Vaz, a construção do novo aeroporto, "deveu-se à paz e estabilidade que o Senegal conhece". "Vê-se que o Senegal está a crescer e a desenvolver", frisou o Presidente guineense.

O aeroporto Blaise Diagne (um político senegalês que viveu entre 1872-1934) e que foi o primeiro deputado negro eleito, em 1914, para o Parlamento francês, custou ao Estado senegalês cerca de 600 milhões de euros e terá capacidade para acolher anualmente 3,5 milhões de passageiros.

À margem das festividades, o Presidente guineense, manteve encontros de trabalho, nomeadamente com o seu homólogo senegalês, Macky Sall e com os embaixadores de alguns países acreditados em Dacar.

Com todos os interlocutores, José Mário Vaz disse ter abordado a situação política na Guiné-Bissau e de todos recebeu indicações em como a solução para os problemas deve ser encontrada entre os guineenses, enalteceu.

"Todos os países têm os seus problemas, mas os problemas dos países estão circunscritos a cada país que tenta resolver o seu próprio problema mas infelizmente, nós guineenses, temos um problema terrível, internacionalizamos os nossos problemas", afirmou José Mário Vaz.

De acordo com a LUSA, para o líder guineense, o problema é quando os assuntos transbordam para fora do país.

"Quando os problemas são internacionalizados significa que a solução também deve ser internacionalizada e é triste que assim seja, porque há países com muito mais problemas graves do que a Guiné-Bissau", observou José Mário Vaz. Na Guiné-Bissau, acrescentou ainda Mário Vaz, a paz reina, o que existe são desentendimentos entre a elite política. "A Guiné-Bissau é de todos e para todos, não pode ser um país de um grupinho", sublinhou o líder guineense.

ANG/Lusa


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