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Crise política/ Partidos sem assento parlamentar divididos quanto a solução

2017-12-22

(ANG) – Os partidos políticos, ouvidos quarta-feira pelo Presidente da República, estão divididos em relação as propostas de resolução da presente crise política no país.



Em declarações a imprensa depois do referido encontro, o Presidente da União Patriótica da Guiné (UPG), Fernando Vaz, defendeu a reabertura do Parlamento, porque, segundo as suas palavras, é o local onde se manifesta a vontade popular, através do voto dos deputados.

Para o líder da APU-PDGB, a resolução da actual crise passa pela implementação efectiva dos Acordos de Bissau e Conacri, onde o primeiro passo deve ser “a nomeação do Augusto Olivais (dirigente do Partido PAIGC) para o cargo do Primeiro Ministro.

Nuno Gomes Nabiam acusa ainda, o Presidente da República de “ter falhado mais uma vez”, por ter alegadamente, durante a última Cimeira de CEDEAO em Nigéria “aceitado a nomeação do Augusto Olivais, no quadro de Acordo de Conacri e, mudar de posição, apresentando um falso roteiro” que, no seu entender só satisfaz as vontades do Partidos da Renovação Social e o chamado “Grupo dos 15” deputados expulsos do PAIGC.

A mesma opinião tem o Paulo Semedo, ou seja, de aplicar o Acordo de Conacri, começando pela nomeação do Augusto Olivais a função do chefe dum novo governo.

Por sua vez, Silvestre Alves do Movimento Democrático Guineense (MDG) advoga a formação de “governo tecnocrata” de figuras independentes e longe dos partidos políticos, em prol da Guiné-Bissau.

Finalmente, para Carlos Vamain do Fórum Cívico- Social Democrata, o Presidente da República “deve, a luz da Constituição da República, convocar a Sessão Extraordinária da Assembleia Nacional Popular (Parlamento) ”, com vista a desbloquear a situação, dado que, de acordo com ele, tanto “Acordo de Conacri, como o Roteiro apresentado na Cimeira de CEDEAO são anticonstitucionais.

Antes deste encontro com as formações políticas sem representação parlamentar, o Chefe de Estado, tinha recebido os líderes das confissões religiosas, que não proferiram quaisquer declarações.

Antes de ouvir os partidos com deputados no Parlamento, José Mário Vaz ausculta o poder tradicional sobre o chamado “Roteiro” para tirar a Guiné-Bissau na crise política que se encontra há quase três anos.

Na última Cimeira dos Chefes de Estados da Comunidade Económica dos Países da África Ocidental ( CEDEAO), José Mário Vaz apresentou um “Roteiro para a implementação do Acordo de Conacri”, no qual consta, nomeadamente a “reintegração incondicional do Grupo dos 15 no PAIGC, a reabertura imediata da plenária do Parlamento e a exoneração do actual Primeiro Ministro” e a consequente formação dum Governo Inclusivo.

ANG/QC/JAM


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