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Poder popular/ "Criamos uma plataforma da sociedade civil equidistante à questões político-partidária", diz Vença Mendes

2015-10-23

(ANG) - O Coordenador Nacional das Organizações da Sociedade Civil para Desenvolvimento, Democracia, Cidadania e Direitos Humanos, afirmou que a criação da referida organização visa sensibilizar os actores sociais e distanciar-se de questões politico-partidária.



Vença Mendes, em entrevista exclusiva à ANG, sublinhou que esta nova plataforma, lançada no país no passado dia 25 de Maio e que congrega mais de 50 organizações irá pautar pelo princípio de isenção, equidistância e objectividade na sua actuação e no tratamento de todas as questões ligadas à Sociedade Civil.

"Foi nesta óptica que algumas organizações que outrora eram membros do Movimento Nacional da Sociedade Civil, se demarcaram dessa organização e criaram a Plataforma para que nas suas actuações não existisse nenhum pendor politico-partidária", informou.

Vença Mendes disse que os referidos pressupostos vão permitir a Plataforma fazer uma advocacia das situações de crises e sobretudo numa situação idêntica ao que aconteceu no país com a demissão do Governo de Domingos Simões Pereira.

"Isso vai-nos permitir ter a idoneidade de dialogar com todas as partes desavindas em eventuais crises que possam acontecer", disse.

A titulo de exemplo, Vença Mendes afirmou que se dois irmãos estão em litígios e os mediadores cada qual puxa em defesa do seu amigo, nunca conseguirão apaziguar os ânimos.

O Coordenador da Plataforma da Sociedade Civil salientou que pretendem ainda imprimir uma nova dinâmica à referida organização à semelhança de outros países onde as organizações da sociedade civil não se identificam com posicões politico-partidária.

"Vamos ainda contribuir na formação dos membros da nossa Plataforma de modo a saberem articular o exercício da soberania", explicou, acrescentando que estamos a viver num país onde 99,9 por cento das pessoas são políticos.

O Coordenador da Plataforma adiantou que querem mostrar às pessoas como fazer o pleno exercício da cidadania isentos da politica partidária, “porque não se pode misturar as duas coisas”.

"Já mantivemos encontros com todos os titulares dos órgãos da soberania existentes no país e organizações internacionais residentes e todos eles mostraram abertura e elogiaram a nossa aparição e demarcação das questões políticas”, vincou.

ANG/ÂC/SG


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